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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Policia paulista treina a lá Counter Strike



 Insônia: Brincadeiras a parte, eu estou me impressionando aos poucos com o treinamento que a polícia brasileira tem se dedicado a se especializar para nossa proteção. Claro que se em todo país for assim melhor será :) Segue a matéria.


Conheça um moderno centro de treinamento para soldados do Exército no Rio. E veja como funciona a central de monitoramento da PM de São Paulo

Você não sabia, mas já existe. A coluna de ciência e tecnologia do Jornal foi atrás das últimas descobertas que estão facilitando o trabalho da polícia. Mais precisão, rapidez e segurança para atender a população.

Na Central de Vídeo e Monitoramento da Polícia Militar do estado de São Paulo, onde imagens chegam às centenas monitores através das 270 câmeras espalhadas por toda a cidade de São Paulo. E não são só as câmeras que ficam no alto dos prédios, nos postes, não. Tem também câmeras móveis.

São muitas câmeras moveis. Uma delas tem uma transmissão com equipamento de link que transmite imagens ao vivo e de qualquer ponto da cidade. A PM também tem câmeras moveis, que são as ‘motolinks’. Em uma cidade com mais de sete milhões de veículos, essa agilidade ajuda muito.

Soldados aprimoram técnicas em moderno centro de treinamento do Exército

Você não sabia, mas já existe: no Rio de Janeiro, soldados aprimoram suas técnicas de ação em um moderno centro de treinamento do Exército.

De longe não é possível ver muita diferença no som da operação ou na ação dos soldados, mas é tudo uma simulação com efeitos bem reais. Câmeras estão espalhadas por toda a cidade cenográfica e coronel Senna vai mostrar a evolução da tropa que está entrando em uma favela cenográfica, montada em um grande terreno do Exército, na Zona Oeste do Rio. As cerca de 20 estruturas estão espalhadas sem muita ordem, exatamente como casas em uma favela de qualquer grande cidade. As armas: fuzis de verdade, do tipo FAL, usados pelo Exército. Com algumas diferenças.

"É uma munição de festim. E o emissor laser que nós chamamos de Sat. Quando acionado o festim, dispara um facho de laser que vai sensibilizar no oponente esses sensores", afirma o coronel Ângelo Senna.

Os sensores se espalham pelo corpo dos soldados. Cabeças, ombros, peito. Eles recebem o raio laser, disparado cada vez que se puxa o gatilho e viaja na mesma velocidade e com o mesmo alcance da bala de fuzil - 400 metros de distância. Ao atingir um dos sensores, o equipamento diz exatamente a gravidade da lesão.

"Esse equipamento reproduz as condições mais próximas a realmente um combate. Um combate em área de selva, um combate a área de montanha, ou mesmo um combate urbano. O Exército brasileiro está empenhado em operações da lei e da ordem em favelas do Rio de Janeiro”, ressalta Rodrigo Pimentel.

O treinamento começa com uma metralhadora que abre caminho para a entrada da tropa no terreno. Uma granada de fumaça foi lançada para dar certa cobertura para os militares. É impressionante como a fumaça prejudica a visão tanto da equipe de reportagem, quanto dos soldados.

“Ela foi lançada para diminuir a capacidade do inimigo de alvejar a tropa”, conta o coronel.
Ao mesmo tempo em que há uma progressão da equipe, oficiais de boné branco funcionam como juízes dessa guerra. “Chamamos de ‘oca’ - observador, controlador e avaliador. A missão deles é identificar o que a tropa está fazendo de certo e de errado”, explica o coronel Ângelo Senna.

O tempo todo eles vão recebendo orientações dos soldados que vão fazendo as primeiras entradas e, ao mesmo tempo, continua o fogo da metralhadora principal minando determinadas resistências no alto do morro.

À medida que a progressão vai acontecendo, alguns soldados vão caindo. Eles tiram o capacete e ficam no chão. É sinal de que eles foram atingidos. A máquina dá a eles um sinal: ‘morto’ e ele tem que ficar assim para registrar a morte dele e que ele não está mais no treinamento.

Rodrigo Pimentel faz um teste interessante. “Vou me disfarçar de civil, que está transitando em uma área que está em guerra. O interessante foi a preocupação com energia, com bastante força e preocupação de me tirar da linha de tiro. Fui colocado em uma parede para ser protegido.

Isso é a sinalização de que existe uma preocupação com o efeito colateral, com a vítima civil, de que a tropa esteja preparada, adestrada para esse tipo de eventualidade, de surgir um inocente no meio de uma avenida no meio de uma rua e preservar essa vida humana”, explica Rodrigo Pimentel.

Depois da simulação é possível perceber que o Pimentel não recebeu nenhum tiro e nenhuma voz de comando “Você está morto”. “Ouvi mais ou menos 1000 disparos no mais próximo da realidade possível e eu circulei no meio. Se o equipamento está funcionando, eu não morri. Mas, vamos ver se está funcionando”, fala Rodrigo.

Para testar se o equipamento está funcionando, um soldado vai realizar um tiro preciso em uma área do corpo de Rodrigo Pimentel. Ao ser alvejado, o equipamento emite o sinal: “morto”.
“Bom, morri”, brinca Pimentel.

Apesar de toda a progressão da tropa, da intensa quantidade de tiros que houve no local, ele não foi atingido. No final do treinamento quando os soldados começam a voltar para o quartel entra em campo outra tropa que vai analisar esses dados através de equipamentos tão modernos quanto os que os soldados usam na simulação.

Os soldados vêm em uma fila indiana, se apresentam em um carro com um computador, dão o seu nome de guerra e, ao mesmo tempo que dão esse nome de guerra, são registrados no computador em uma comunicação sem fio com uma máquina. O equipamento registra quantos tiros aquele soldado deu, eventuais mortes que ele provocou e os tiros que ele levou também.

“Indica de quem foi realizado cada disparo e em que momento. Então, dentro de uma cronologia, temos condições de identificar, inclusive, onde estava o militar quando ele foi atingido e enquanto ele atingiu alguém”, explica o coronel Ângelo Senna.

'Treinamento de Forças Armadas aumenta segurança, mas não de forma isolada

Para Rodrigo Pimentel, esse tipo de treinamento credencia as nossas Forças Armadas, não apenas o Exército, mas também a Marinha e a Aeronáutica, a fazerem segurança pública das cidades brasileiras.

“Esse treinamento aumenta o nível de segurança, diminui a letalidade, mas não de forma isolada. As Forças Armadas, quando atuam em Segurança Pública, atuam de maneira específica e pontual, com data de chegada e data de saída, o que está acontecendo hoje no Complexo do Alemão”, completa.

Central de vídeo e monitoramento é aliado na segurança pública de SP

Na Central de Vídeo e Monitoramento da Polícia Militar do estado de São Paulo imagens chegam aos monitores através das 270 câmeras espalhadas. E não são apenas as câmeras que ficam no alto dos prédios e nos postes, não. Tem também câmeras móveis.

São muitas câmeras moveis. Uma delas tem uma transmissão com equipamento de link que transmite imagens ao vivo e de qualquer ponto da cidade. A PM também tem câmeras moveis, que são as ‘motolinks’. Em uma cidade com mais de sete milhões de veículos, essa agilidade ajuda muito.

Da Central de Monitoramento de São Paulo, o comandante geral da Polícia Militar do estado de São Paulo, Álvaro Camilo, conta qual o tempo de envio de uma viatura, a partir do momento que a ocorrência é vista pelos monitores.

“É importante dizer que só as câmeras não resolvem. A pronta resposta deve acontecer. Em São Paulo, dependendo do caso, nós temos dois minutos a três minutos, entre a ligação ao 190 e a chegada. Quando eu vou para a periferia, área é maior, um pouco mais de distância, o importante é toda a estrutura, a capacitação para a pronta resposta policial”, explica o comandante.

Álvaro Camilo explica como é feito o monitoramento através dos telões. “Esses telões, na verdade, são de câmeras distribuídas por toda a cidade. Foi um mapeamento criminal que identificou onde precisava de uma câmera e isso fez com que tenhamos a melhor informação. Nos pontos mais perigosos e mais críticos, onde tinha mais problema de polícia. Isso faz com que a polícia chegue muito rápido. Ela chega muito rápido em uma ocorrência em São Paulo”.

Nas ruas de São Paulo, a transmissão de dados funciona via internet e é tudo muito rápido. Os monitores podem receber três sinais ao mesmo tempo. Um deles está apagado, pois o helicóptero Águia, da Polícia Militar, não está enviando nada.

O ‘mochilink’, um equipamento móvel com câmera, é usado nos ombros de um policial militar dando mais mobilidade ao monitoramento. O capitão Moisés, da Polícia Militar deu um exemplo de como o equipamento pode ser fundamental. “Em um fim de semana, na final do jogo entre Corinthians e Santos, nos transmitimos imagens internas do Pacaembu e, com isso, assessoramos o comando com motos circundando o estádio”.

‘Queda do número de homicídios é tecnologia aliada à gestão’, diz Rodrigo Pimentel

Rodrigo Pimentel já rodou todo o sistema de monitoramento do prédio em São Paulo e conta detalhes do que mais o impressionou.

“Com 35 mil ligações diárias, é o maior centro de operações do mundo. É a tecnologia aliada à gestão. São Paulo é o estado brasileiro com maior queda do número de homicídios e isso pode ser uma das razões dessa queda de homicídios”, afirmou o comentarista de Segurança Pública.

Mas a tecnologia não é infalível e no mês de agosto houve uma ligeira alta. “O importante é registrar que, nos últimos 12 anos, a queda foi de 70%. A taxa hoje em São Paulo é de 9,86%, inferior aos 10% considerado número epidêmico pela Organização Mundial de Saúde. Isso é investimento do governo na Segurança Pública.

Chupado aqui

sábado, 23 de julho de 2011

Policia brasileira cada vez mais parecida com a SHIELD

Insônia: Isso mesmo amigos e com grande orgulho que passo essa matéria. Sempre vemos nos quadrinhos super-equipes composta de nada menos que homens sem poderes, mas que usam apenas destreza, coragem e a tecnologia a favor do combate ao crime.
Se você não conhece a SHIELD de Nick Fury Clique então nos nomes e procure imediatamente a banca mais próxima de você. Pois a policia paulista já está se munindo de alguns bons recursos do gênero o que nos leva a um próximo nível de combate ao crime. Segue a matéria(espero que chege em todos os estados será irado quando acontecer).

A tecnologia é cada dia mais presente no cotidiano das Polícias Civil e Militar no Brasil. A mais nova aquisição dos órgãos de segurança paulista são óculos vindos de Israel que possuem uma minicâmera acoplada. Ele filma as pessoas durante eventos e envia informações em tempo real para uma base de dados que responde com os dados criminais da pessoa identificada.
Outros equipamentos permitem, além da identificação de criminosos, cruzar dados entre unidades policiais e interceptar ligações telefônicas feitas de aparelhos públicos. Veja em detalhes como funcionam os óculos e conheça outros recursos usados pelas polícias no combate ao crime.
Olhem o infográfico no link de onde tirei a materia aqui está fantástico.
 Óculos da PM - A Polícia Militar de São Paulo deve incorporar ao dia-a-dia de trabalho óculos de alto poder tecnológico. Importados de Israel no começo do ano, onde auxiliam agentes no controle de fronteiras, os óculos possuem uma minicâmera acoplada, que filma o público e envia as informações em tempo real para um HD (Hard Disk) onde está gravado o banco de dados da PM. Desta forma, o equipamento identifica e avisa o policial sobre suspeitos, pessoas desaparecidas e até veículos com irregularidades. A tecnologia promete mudar a abordagem e revolucionar o trabalho da PM. Os óculos ainda estão em fase de teste no Brasil.
Alpha - Sistema criado para possibilitar a identificação de pessoas com a utilização do método de confronto de impressões digitais, colhidas em qualquer unidade policial, com aquelas arquivadas na base de dados do sistema.
Guardião - Sistema de interceptação telefônica autorizada, interligado à rede de telefonia pública, que é acessada por via digital para o Serviço Técnico de Monitoramento Legal de Telecomunicações.
Phoenix - Sistema para reconhecimento de criminosos, que integra os dados do RDO com bancos de dados de fotos, identidade, impressão digital, voz e outras características físicas, como as tatuagens. O sistema, que utiliza tecnologia de ponta, permite a construção de retratos falados simultaneamente ao registro do boletim de ocorrência.
Ômega - Dá suporte às investigações. Suas principais funções são agilizar o trabalho de pesquisa a partir da reunião de informações e fazer a identificação automática de relações entre pessoas, veículos, armas e endereços. Está disponível para todos os policiais civis onde há links de intranet.
Rádio Digital – Implantado em 2003, é um meio de comunicação via rádio digital que permite a intercomunicação das polícias Militar, Civil e da Superintendência da Polícia Técnico-Científica e visa realizar operações conjuntas. Toda conversa via rádio digital é criptografada e, portanto, não pode ser interceptada. Além da voz, a via digital permite o fluxo de imagens e dados. Somente em 2008, o investimento no projeto foi de R$ 21 milhões.
Sala de Situação - A Sala de Situação é um ambiente onde a Polícia Civil coordena operações integradas no Estado de São Paulo, com atualização de dados em tempo real. Todas as unidades policiais do Estado têm condições de interagir com a Sala de Situação. Em ambientes climatizados, o espaço possui equipamentos para videoconferências, computadores com links de alta velocidade e ramais Voip, que permitem a obtenção de dados como perfis de criminosos. O sistema de comunicação nacionalmente integrado aumenta a capacidade de investigação e dá sequência à obtenção de informações essenciais para o combate ao crime.
Registro Digital de Ocorrências (RDO) - Foi desenvolvido para informatizar o registro dos boletins de ocorrências (BOs) e termos circunstanciados. Via intranet, as unidades policiais padronizam suas rotinas e armazenam os boletins em um banco de dados, de modo que eles sejam consultados no Infocrim.
Infocrim - Com o Infocrim, a polícia cria roteiros para patrulhamento das áreas de maior criminalidade, despachando viaturas e designando policiais para o local das ocorrências. O Infocrim cruza dados dos boletins de ocorrência para a elaboração do mapa da criminalidade.
Viaturas mais equipadas - Algumas viaturas funcionam como uma espécie de central de inteligência e para isso estão equipadas com palmtops (veículos pequenos) ou notebooks, além de rádios digitais. Assim, no local da ocorrência o policial pode, por exemplo, pesquisar um veículo, uma arma ou uma pessoa que está sendo abordada. É possível também iniciar o registro da ocorrência, sem usar a voz, pelo sistema de radiocomunicação digital.
Lanternas forenses - São três tipos de lanterna que possibilitam o rastreamento de grandes áreas e permitem a visualização de provas impossíveis de detectar a olho nu. Esse equipamento representa um investimento de US$ 15 mil.
Cromatógrafo líquido de alto desempenho - Separa os componentes de uma mistura. A partir dele é possível fazer análises de entorpecentes e identificar medicamentos. Custa ao Estado cerca de R$ 1 milhão.
Tecnologia inédita - A Polícia Militar do Estado de São Paulo assinou no dia 26 de abril um protocolo de intenções com uma empresa de tecnologia para instalar a rede de transmissão de dados conhecida como 4G, tecnologia inédita na América Latina. O grande diferencial está na velocidade de comunicação e transmissão de dados entre o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e os policiais na rua.
As informações podem ser transmitidas imediatamente aos homens mais próximos de ocorrência e a comunicação pode ser feita até por meio de videoconferência. Será possível enviar vídeos, áudios e dados em geral em segundos.
As viaturas que receberem a tecnologia também poderão acessar os sistemas inteligentes da PM, como o Fotocrim e o Copom Online, diretamente do computador de bordo do veículo. Será feito um teste de 90 dias e, se aprovada, a tecnologia será implantada em todo efetivo da PM.