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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Insôniaebaum - Agradecimentos

Caros amigos ultrapassamos 5000 visualizações! hehehe pode parecer pouca coisa pra muitos, mas pra mim e uma satisfação, pois iniciei este blog apenas para divulgar umas poucas matérias com amigos e agora chegou onde chegou em apenas 3 meses, então nada mais pra vocês que fazem essa garagem movimentada é :

Vocês são demais!!!!

Policia paulista treina a lá Counter Strike



 Insônia: Brincadeiras a parte, eu estou me impressionando aos poucos com o treinamento que a polícia brasileira tem se dedicado a se especializar para nossa proteção. Claro que se em todo país for assim melhor será :) Segue a matéria.


Conheça um moderno centro de treinamento para soldados do Exército no Rio. E veja como funciona a central de monitoramento da PM de São Paulo

Você não sabia, mas já existe. A coluna de ciência e tecnologia do Jornal foi atrás das últimas descobertas que estão facilitando o trabalho da polícia. Mais precisão, rapidez e segurança para atender a população.

Na Central de Vídeo e Monitoramento da Polícia Militar do estado de São Paulo, onde imagens chegam às centenas monitores através das 270 câmeras espalhadas por toda a cidade de São Paulo. E não são só as câmeras que ficam no alto dos prédios, nos postes, não. Tem também câmeras móveis.

São muitas câmeras moveis. Uma delas tem uma transmissão com equipamento de link que transmite imagens ao vivo e de qualquer ponto da cidade. A PM também tem câmeras moveis, que são as ‘motolinks’. Em uma cidade com mais de sete milhões de veículos, essa agilidade ajuda muito.

Soldados aprimoram técnicas em moderno centro de treinamento do Exército

Você não sabia, mas já existe: no Rio de Janeiro, soldados aprimoram suas técnicas de ação em um moderno centro de treinamento do Exército.

De longe não é possível ver muita diferença no som da operação ou na ação dos soldados, mas é tudo uma simulação com efeitos bem reais. Câmeras estão espalhadas por toda a cidade cenográfica e coronel Senna vai mostrar a evolução da tropa que está entrando em uma favela cenográfica, montada em um grande terreno do Exército, na Zona Oeste do Rio. As cerca de 20 estruturas estão espalhadas sem muita ordem, exatamente como casas em uma favela de qualquer grande cidade. As armas: fuzis de verdade, do tipo FAL, usados pelo Exército. Com algumas diferenças.

"É uma munição de festim. E o emissor laser que nós chamamos de Sat. Quando acionado o festim, dispara um facho de laser que vai sensibilizar no oponente esses sensores", afirma o coronel Ângelo Senna.

Os sensores se espalham pelo corpo dos soldados. Cabeças, ombros, peito. Eles recebem o raio laser, disparado cada vez que se puxa o gatilho e viaja na mesma velocidade e com o mesmo alcance da bala de fuzil - 400 metros de distância. Ao atingir um dos sensores, o equipamento diz exatamente a gravidade da lesão.

"Esse equipamento reproduz as condições mais próximas a realmente um combate. Um combate em área de selva, um combate a área de montanha, ou mesmo um combate urbano. O Exército brasileiro está empenhado em operações da lei e da ordem em favelas do Rio de Janeiro”, ressalta Rodrigo Pimentel.

O treinamento começa com uma metralhadora que abre caminho para a entrada da tropa no terreno. Uma granada de fumaça foi lançada para dar certa cobertura para os militares. É impressionante como a fumaça prejudica a visão tanto da equipe de reportagem, quanto dos soldados.

“Ela foi lançada para diminuir a capacidade do inimigo de alvejar a tropa”, conta o coronel.
Ao mesmo tempo em que há uma progressão da equipe, oficiais de boné branco funcionam como juízes dessa guerra. “Chamamos de ‘oca’ - observador, controlador e avaliador. A missão deles é identificar o que a tropa está fazendo de certo e de errado”, explica o coronel Ângelo Senna.

O tempo todo eles vão recebendo orientações dos soldados que vão fazendo as primeiras entradas e, ao mesmo tempo, continua o fogo da metralhadora principal minando determinadas resistências no alto do morro.

À medida que a progressão vai acontecendo, alguns soldados vão caindo. Eles tiram o capacete e ficam no chão. É sinal de que eles foram atingidos. A máquina dá a eles um sinal: ‘morto’ e ele tem que ficar assim para registrar a morte dele e que ele não está mais no treinamento.

Rodrigo Pimentel faz um teste interessante. “Vou me disfarçar de civil, que está transitando em uma área que está em guerra. O interessante foi a preocupação com energia, com bastante força e preocupação de me tirar da linha de tiro. Fui colocado em uma parede para ser protegido.

Isso é a sinalização de que existe uma preocupação com o efeito colateral, com a vítima civil, de que a tropa esteja preparada, adestrada para esse tipo de eventualidade, de surgir um inocente no meio de uma avenida no meio de uma rua e preservar essa vida humana”, explica Rodrigo Pimentel.

Depois da simulação é possível perceber que o Pimentel não recebeu nenhum tiro e nenhuma voz de comando “Você está morto”. “Ouvi mais ou menos 1000 disparos no mais próximo da realidade possível e eu circulei no meio. Se o equipamento está funcionando, eu não morri. Mas, vamos ver se está funcionando”, fala Rodrigo.

Para testar se o equipamento está funcionando, um soldado vai realizar um tiro preciso em uma área do corpo de Rodrigo Pimentel. Ao ser alvejado, o equipamento emite o sinal: “morto”.
“Bom, morri”, brinca Pimentel.

Apesar de toda a progressão da tropa, da intensa quantidade de tiros que houve no local, ele não foi atingido. No final do treinamento quando os soldados começam a voltar para o quartel entra em campo outra tropa que vai analisar esses dados através de equipamentos tão modernos quanto os que os soldados usam na simulação.

Os soldados vêm em uma fila indiana, se apresentam em um carro com um computador, dão o seu nome de guerra e, ao mesmo tempo que dão esse nome de guerra, são registrados no computador em uma comunicação sem fio com uma máquina. O equipamento registra quantos tiros aquele soldado deu, eventuais mortes que ele provocou e os tiros que ele levou também.

“Indica de quem foi realizado cada disparo e em que momento. Então, dentro de uma cronologia, temos condições de identificar, inclusive, onde estava o militar quando ele foi atingido e enquanto ele atingiu alguém”, explica o coronel Ângelo Senna.

'Treinamento de Forças Armadas aumenta segurança, mas não de forma isolada

Para Rodrigo Pimentel, esse tipo de treinamento credencia as nossas Forças Armadas, não apenas o Exército, mas também a Marinha e a Aeronáutica, a fazerem segurança pública das cidades brasileiras.

“Esse treinamento aumenta o nível de segurança, diminui a letalidade, mas não de forma isolada. As Forças Armadas, quando atuam em Segurança Pública, atuam de maneira específica e pontual, com data de chegada e data de saída, o que está acontecendo hoje no Complexo do Alemão”, completa.

Central de vídeo e monitoramento é aliado na segurança pública de SP

Na Central de Vídeo e Monitoramento da Polícia Militar do estado de São Paulo imagens chegam aos monitores através das 270 câmeras espalhadas. E não são apenas as câmeras que ficam no alto dos prédios e nos postes, não. Tem também câmeras móveis.

São muitas câmeras moveis. Uma delas tem uma transmissão com equipamento de link que transmite imagens ao vivo e de qualquer ponto da cidade. A PM também tem câmeras moveis, que são as ‘motolinks’. Em uma cidade com mais de sete milhões de veículos, essa agilidade ajuda muito.

Da Central de Monitoramento de São Paulo, o comandante geral da Polícia Militar do estado de São Paulo, Álvaro Camilo, conta qual o tempo de envio de uma viatura, a partir do momento que a ocorrência é vista pelos monitores.

“É importante dizer que só as câmeras não resolvem. A pronta resposta deve acontecer. Em São Paulo, dependendo do caso, nós temos dois minutos a três minutos, entre a ligação ao 190 e a chegada. Quando eu vou para a periferia, área é maior, um pouco mais de distância, o importante é toda a estrutura, a capacitação para a pronta resposta policial”, explica o comandante.

Álvaro Camilo explica como é feito o monitoramento através dos telões. “Esses telões, na verdade, são de câmeras distribuídas por toda a cidade. Foi um mapeamento criminal que identificou onde precisava de uma câmera e isso fez com que tenhamos a melhor informação. Nos pontos mais perigosos e mais críticos, onde tinha mais problema de polícia. Isso faz com que a polícia chegue muito rápido. Ela chega muito rápido em uma ocorrência em São Paulo”.

Nas ruas de São Paulo, a transmissão de dados funciona via internet e é tudo muito rápido. Os monitores podem receber três sinais ao mesmo tempo. Um deles está apagado, pois o helicóptero Águia, da Polícia Militar, não está enviando nada.

O ‘mochilink’, um equipamento móvel com câmera, é usado nos ombros de um policial militar dando mais mobilidade ao monitoramento. O capitão Moisés, da Polícia Militar deu um exemplo de como o equipamento pode ser fundamental. “Em um fim de semana, na final do jogo entre Corinthians e Santos, nos transmitimos imagens internas do Pacaembu e, com isso, assessoramos o comando com motos circundando o estádio”.

‘Queda do número de homicídios é tecnologia aliada à gestão’, diz Rodrigo Pimentel

Rodrigo Pimentel já rodou todo o sistema de monitoramento do prédio em São Paulo e conta detalhes do que mais o impressionou.

“Com 35 mil ligações diárias, é o maior centro de operações do mundo. É a tecnologia aliada à gestão. São Paulo é o estado brasileiro com maior queda do número de homicídios e isso pode ser uma das razões dessa queda de homicídios”, afirmou o comentarista de Segurança Pública.

Mas a tecnologia não é infalível e no mês de agosto houve uma ligeira alta. “O importante é registrar que, nos últimos 12 anos, a queda foi de 70%. A taxa hoje em São Paulo é de 9,86%, inferior aos 10% considerado número epidêmico pela Organização Mundial de Saúde. Isso é investimento do governo na Segurança Pública.

Chupado aqui

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Casa que produz própria energia é quase 100% autossuficiente

Insônia: Ainda vou ter uma dessa pra mim! Heheheh, fantástico isso sim e um belo de um projeto realizado! Vejam só:



Casa autossuficiente tem placas fotovoltaicas no telhado, para produção da energia elétrica necessária. Foto: Chris Barrett/DivulgaçãoCasa autossuficiente tem placas fotovoltaicas no telhado, para produção da energia elétrica necessária
Foto: Chris Barrett/Divulgação
Os lares norte-americanos são responsáveis por 23% do consumo de energia do país, e também somam 18% das emissões de carbono. Gastos com sistemas de aquecimento e condicionamento de ar estão entre os grandes vilões das contas de luz, principalmente em cidades em que a temperatura varia muito, como Chicago. Pois foi lá mesmo que a empresa de arquitetura e design urbano Farr Associates construiu uma casa quase 100% autossuficiente. Com 2,6 mil metros quadrados, o lar chega "muito perto" de gerar toda a energia que utiliza, segundo o arquiteto Jonatahn Boyer, à revista Wired.
No teto da construção, 48 painéis fotovoltaicos são capazes de transformar a luz solar captada em 10 quilowatts de energia elétrica. A parte de cima da casa também tem um telhado com superfície refletiva, que ajuda a direcionar os rios de sol para a placas e aumenta o rendimento delas em até 10%. A energia excedente que não é imediatamente usada é enviada à rede elétrica municipal, e quando os painéis não produzem o suficiente para manter a casa (como no inverno, quando há menos exposição ao sol), ela volta da rede normal, o que evita a necessidade de ter baterias para estocagem, e reduz as perdas na conversão.
O telhado ainda tem quatro painéis solares térmicos de aquecimento de água. Eles são compostos por tubos de vidro transparente, que possuem duas camadas. O espaço entre as duas tem o ar removido, o que gera vácuo e, em consequência, evita perdas de temperatura por condução e convecção. Além disso, permite que o vidro de dentro atinja temperaturas de até 170 graus, o que é usado para aquecer a água utilizada na casa, e também para ajudar o sistema geotérmico de aquecimento.
O sistema é composto por três poços geotermais, localizados 76 metros abaixo do nível do lar, sob o jardim, e por uma bomba elétrica. As estruturas enviam e recebem o líquido usado nos equipamentos de aquecimento e resfriamento do ambiente. No verão, o sistema funciona com troca de calor, deixando a casa mais fresca, com eficiência semelhante a de um ar-condicionado.
No inverno, a água quente sai dos poços e alimenta um sistema de tubos colocado sob o piso da casa. Com isso, o chão chega a uma temperatura de até 16°C. O ar que vem das estruturas geotermais subterrâneas também aquece a casa, que fica com temperaturas entre 16°C e 21°C.
Para diminuir os gastos de energia elétrica com aquecimento e resfriamento, a casa quase 100% autônoma tem paredes compostas de duas camadas de 20,3 centímetros de espessura de concreto, que protegem a parte interna do cômodo do calor que faz do lado de fora. Isso porque o concreto absorve e retém o calor, impedindo que chegue ao interior do lar, enquanto à noite o material lentamente libera o calor e mantém a temperatura estável.
E não são só as paredes que ajudam no controle de temperatura. As janelas da construção usam vidros triplos, que garantem até duas vezes mais resistência térmica do que os vidros temperados regulares. Isso porque permitem a entrada do sol, mas em dias frios demoram mais para deixar o calor sair, mantendo a casa aquecida por mais tempo.
Em termos de economia de água, duas tecnologias são principais na casa. Em cima, o telhado no formato da letra V, capta água da chuva, usada para regar o jardim. Um fonte na parte da frente da casa serve para decorar e para manter a água da cisterna em constante movimento, evitando a proliferação de bactérias. Dentro da construção, o sistema de reuso de água filtra o recurso usado na máquina de lavar e permite que seja tratado e reaproveitado na descarga - com sistema dual flush, que despeja volumes diferentes de água de acordo com o tipo de resíduo.
Outras iniciativas verdes da casa estão nos materiais: a cerca é feita de um compensado de plásticos reciclados com fibras de soja, e a pavimentação do jardim interno usa blocos também reciclados. O balcão da pia da cozinha é de papel reciclado, e o tecido dos móveis também reutiliza materiais.

Chupado aqui

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Insôniaebaum - Carro elétrico não recebe incentivo no Brasil

Modelos têm a mesma taxação de impostos de veículos a gasolina





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Em poucos anos, os carros híbridos (que compartilham motores a combustão e elétrico) e puramente elétricos despontaram como uma opção alternativa e ecológica de curto e médio prazos para os problemas que o mundo vem enfrentando nas últimas décadas, como aumento da poluição ambiental, aquecimento global e esgotamento de recursos não renováveis (combustíveis fósseis), como petróleo, gás e outros. Atualmente, existem 3 milhões desses veículos circulando pelo mundo. No Japão, eles representam a significativa parcela de 11% da frota de carros novos e, nos Estados Unidos, cerca de 2,5%, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). A previsão é que até 2020 de 10% a 15% da produção automotiva mundial seja de veículos verdes, de acordo com Paulo Sérgio Kakinoff, presidente da Audi para o mercado brasileiro.



Apesar de o Brasil ter uma vocação ecológica natural – é um dos maiores recicladores de matérias primas básicas e pioneiro no programa de carros Flex movidos com combustível vegetal - e ostentar a posição de quinto maior mercado de automóveis do mundo, não existe ainda no país uma política de governo de incentivo à produção, comercialização e infraestrutura (redes e postos de abastecimento para recarga rápida) para esse tipo de veículo, com reduzida emissão ou emissão zero de gases poluentes.

Com tanto potencial energético no país, ainda são raras as empresas que desenvolvem ou comercializam carros elétricos por aqui – a única é a concessionária de energia de Itaipu, que monta esses modelos em parceira com a Fiat desde 2007. As outras são Copel e CPFL, que utilizam esses veículos ou modelos importados em suas frotas internas.



Atualmente, o maior problema enfrentado pelas concessionárias de energia está no alto custo de adaptação (todos os componentes são importados), nas dimensões e peso das baterias, sem falar no longo tempo de recarga e na reduzida autonomia, que ainda inviabilizam a venda desses veículos em escala comercial.

Um importador independente, caso da Cam Brasil, tentou trazer esses automóveis de fora  (o Reva-i, da fabricante indiana Mahindra), mas não foi adiante e encerrou as suas atividades.



Em setembro do ano passado, a empresa EBX, do empresário Eike Batista, anunciou planos de construir uma fábrica de carros elétricos, com capacidade para 100 mil veículos por ano, utilizando tecnologia japonesa e européia, na cidade de São João da Barra, no Rio de Janeiro, mas o projeto até agora não saiu do papel - nem deve decolar tão cedo. Segundo a assessoria de imprensa da holding, “não há novidades sobre o assunto”.

No momento, apenas a Ford (com o Fusion Hybrid) e a Mercedes-Benz (S 400 Hybrid V6) disponibilizam modelos para a venda direta ao público, mesmo assim a preços entre R$ 134.000 e R$ 488.000, sem o aumento do IPI. A Toyota deve trazer em breve o híbrido Prius e a Renault estuda a importação do recém-lançado Twizy.

Mesmo contando com iniciativas pioneiras e isoladas, aqui os veículos elétricos e híbridos ainda são tratados como carros comuns, recolhendo os mesmos tipos de taxas e impostos (IPI, ICMS, IPVA e Imposto de Importação) que modelos a gasolina. Com uma frota ainda incipiente (há apenas 72 veículos licenciados no país), só agora o assunto começa a despertar o interesse das autoridades de governo.



Depois de mais de um ano de discussões e indefinições, o governo brasileiro retomou em julho os estudos para a criação de um plano a fim de regular o mercado de carros elétricos no país. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a primeira etapa do programa seria o incentivo à importação, de modo a criar uma demanda e desenvolver uma futura estrutura de abastecimento. O próximo passo seria criar tecnologia para a fabricação local de veículos elétricos. O maior desafio é o desenvolvimento de baterias mais baratas e com maior autonomia de quilometragem. Também está em análise uma eventual redução do IPI e de Imposto de Importação para esses modelos.

“O carro elétrico movido exclusivamente a bateria é uma inovação, mas ainda não possuimos a tecnologia de fabricação nem escala comercial. Hoje, esse tipo de veículo  tem sua comercialização inviabilizada por causa do imposto elevado e pelo alto custo de produção. O carro híbrido é mais viável a curto prazo. Já o carro elétrico é mais eficiente, pois gasta bem menos e polui menos o meio ambiente. O consumo de energia não é maior que o de um aparelho de ar-condicionado. A tendência a longo prazo é ele funcionar também como um no-break para as residências”, afirma Jayme Buarque de Hollanda, presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE).



Segundo o executivo, existem algumas iniciativas sendo tomadas em vários ministérios e a redução do IPI é uma questão de bom senso.  “O governo deveria baixar a alíquota para os carros verdes. Hoje, ela enquadra apenas o carro híbrido e deixa o elétrico de fora. O carro elétrico, se fosse vendido ao público no Brasil, sairia muito mais caro que o movido a gasolina. O híbrido recolhe 25% de IPI. Para se ter uma idéia, um modelo popular Flex, que é mais poluente e menos econômico, paga apenas 7% de imposto. É uma medida incoerente porque  o mundo todo está subsidiando o carro elétrico e aqui não há nenhum incentivo. Vai contra a tendência de massificação global do uso desses veículos”, afirma.

Consultada sobre o assunto, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que a discussão está restrita ao governo federal e que, no momento, não está envolvida no assunto. Segundo a entidade, “o que existem são iniciativas individuais de montadoras em nível global”.

Para Hollanda, o veículo elétrico tem grande viabilidade no Brasil, um país abundante em recursos hídricos, que utiliza em grande parte a energia gerada por usinas hidrelétricas, além de ser excelente fonte de energia solar, que também pode servir para o abastecimento desses modelos. Segundo ele, o carro elétrico poderia aproveitar aqui a capacidade ociosa dessas usinas, que à noite desligam seus geradores devido à baixa demanda, para se reabastecer. “Esta é a maior virtude desse tipo de veículo. Ele poderia otimizar o investimento e contribuir para o desenvolvimento do setor elétrico no Brasil”,  diz.

Quem já oferece os modelos

De olho no mercado brasileiro, este ano a Nissan apresentou o seu mais novo modelo, o Leaf, num evento internacional sobre mobilidade urbana e mudanças climáticas nas grandes cidades, que reuniu prefeitos das  40 maiores metrópoles do mundo na capital paulista.

Recentemente, a Prefeitura de São Paulo assinou um protocolo de intenções com a AES Eletropaulo e a Nissan para avaliar a viabilidade de introdução de carros elétricos na frota do município, incluindo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A previsão inicial era incorporar 40 a 50 desses veículos até 2012.

Em junho, a Mitsubishi mostrou o i-Miev em São Paulo e em Brasília, oferecendo o modelo para test-drive, a fim de sensibilizar as autoridades para a necessidade de as cidades terem veículos mais limpos. Até o momento, nenhum desses carros foi vendido ao público.

Este ano, São Paulo e Curitiba deverão iniciar os testes com o ônibus  verde e-Bus K9, primeiro veículo elétrico de transporte coletivo desenhado e produzido pela montadora chinesa BYD, que utiliza painel solar e baterias, dispensando a rede suspensa de energia para circular. O veículo tem programa de testes agendado em Santiago, no Chile, e em Lima, no Peru.

A empresa, líder global na produção de baterias de íon de lítio, é uma das mais avançadas no mundo em tecnologia de acumuladores para carros elétricos. Recentemente, a corporação desenvolveu uma bateria de fosfato de ferro e lítio (chamada Fe), de baixo custo e alta  eficiência energética, que barateou os preços de seus veículos. Elas equipam os modelos e6 (100% elétrico, plug-in), F3DM e S6DM (híbridos, dual mode, a combustão e elétrico).

Só para se ter uma ideia, o custo atual de um protótipo de carro elétrico montado no Brasil beira os R$ 140 mil – só a bateria de cloreto de sódio e níquel, composto químico já ultrapassado, responde pela metade desse valor (R$ 70 mil).



Este mês, a Petrobras passou a apoiar o projeto de Itaipu, de desenvolvimento de um carro elétrico nacional. A concessionária de energia já montou, em parceria com a Fiat, 58 unidades da perua Palio Weekend, que circulam há quase dois anos dentro da área da usina, mas que não estão disponíveis para venda ao público. Em outubro, o modelo deverá ser substituído provavelmente pelo Uno Ecology.

O Brasil já começa a ficar para trás também na América do Sul. Recentemente, a Argentina estabeleceu uma quota de 300 veículos híbridos e elétricos por ano com apenas 2% de imposto de importação para empresas com fábricas no país. E o Chile, onde a importação e a comercialização desses modelos são liberadas, inaugurou uma estação de recarga rápida na cidade de Santiago. Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e China têm programas de estímulo, com redução de taxas ou impostos, voltados para a venda desses modelos em seus mercados. Os países europeus também estão bem avançados na implementação de programas-pilotos em grandes cidades.

Na opinião de Hollanda, o fato de o Brasil possuir um programa para o etanol, não é um empecilho para vender veículos elétricos no país. Ao contrário, os ônibus e caminhões híbridos (com motor a combustão alimentado por etanol e motor elétrico) poderiam permitir a substituição dos veículos a diesel no transporte pesado e de passageiros. “Seria o veículo mais limpo do mundo”, concluiu.

Insônia: Isso meus amigos e uma vergonha. Com tamanha capacidade o Brasil não só deveria ser pioneiro, mas líder nesse segmento. O pequeno problema que temos e que uma minoria mandatória impede que cresçamos como país. Onde que um carro elétrico deveria custar 140 mil? A sites que ensinam a converter um veiculo a combustão para elétrico por 16 mil reais! Isso os garagistas, se estas fabricantes quisessem de verdade, eles produziriam carros elétricos baratos e com qualidade. Lamentável.

Chupado aqui

Carrinho com Controle Caseiro

 Primeiramente montei uma base de um carrinho de controle velho (Meu amigo Francisco me doou) e refiz o circuito interno. Coloquei a ponte H com transistores no projeto, o circuito da ponte H na postagem logo abaixo a essa. O carrinho possui também faróis, usei 2 LEDs de alto brilho.

Ponte H com 8 Transistores TIP120 ligado ao Arduino.
Visão frontal do projeto, faróis mencionados anteriormente.

     A Finalidade desse chassi que ajeitei e para estudar o arduino usando diversos controles (PS1, PS3, Joystick) e fazer controles dos projetos também por sem fio (Bluetooth, WiFi, RF, etc.) mas vai ser tudo com calma.

     Para começar com esse projeto, eu mesmo fiz um controle, me basei em um controle de Master System II... Sendo que no controle possui 6 botões, no que eu mesmo montei possui 5 botões (direcionais e botão para qualquer função determinada). Com esse controle não precisa de biblioteca só usei pushbutton, mas nos controles em que me referi anteriormente, precisa sim de biblioteca no arduino. Logo abaixo mostra o layout e a foto de como ficou o controle.
     Aproveitei os Direcionais de um controle de video game velho e coloquei no novo controle, usei resistores de 1kohm. O cabo eu aproveitei um que tinha, é um cabo de rede. O layout e para fazer a caneta na placa nos furos logo acima (7 furos): 5v, Botão Desce, Botão Direito, Botão Cima, Botão Esquerdo, Botão Solto e GND
     Na programação, os botões ficaram nas portas digitais... Praticamente usei quase todas portas digitais do arduino com esse projeto do Carrinho sendo controlado por um controle de Game. A programação é bem fácil, praticamente é idem ao do Sensor de Toque.
Programação:
//Farol
int led1 = 11;
int led2 = 12;
//Motores
int direcaoE = 5;
int direcaoD = 6;
int motorF = 9;
int motorT = 10;
//Controle
int cima = 2;
int vcima = 0;
int baixo = 3;
int vbaixo = 0;
int direito = 4;
int vdireito = 0;
int esquerdo = 7;
int vesquerdo = 0;
int tecla = 8;
int vtecla = 0;
void farol_ligado()
{
  digitalWrite(led1, HIGH);
  digitalWrite(led2, HIGH);
}
void farol_desligado()
{
  digitalWrite(led1, LOW);
  digitalWrite(led2, LOW);
}
void direcao(int dE, int dD)
{
  analogWrite(direcaoE, dE);
  analogWrite(direcaoD, dD);
}
void movimento(int mF, int mT)
{
  analogWrite(motorF, mF);
  analogWrite(motorT, mT);
}
void setup()
{
  pinMode(led1, OUTPUT);
  pinMode(led2, OUTPUT);
  pinMode(direcaoE, OUTPUT);
  pinMode(direcaoD, OUTPUT);
  pinMode(motorF, OUTPUT);
  pinMode(motorT, OUTPUT);
  pinMode(cima, INPUT);
  pinMode(baixo, INPUT);
  pinMode(esquerdo, INPUT);
  pinMode(direito, INPUT);
  pinMode(tecla, INPUT);
}
void loop()
{
  vcima=digitalRead(cima);
  vbaixo=digitalRead(baixo);
  vesquerdo=digitalRead(esquerdo);
  vdireito=digitalRead(direito);
  vtecla=digitalRead(tecla);
  if(vcima == HIGH)
  {
    movimento(255,0);
  }
  if(vbaixo == HIGH)
  {
    movimento(0,255);
  }
  if(vesquerdo == HIGH)
  {
    direcao(255,0);
  }
  if(vdireito == HIGH)
  {
    direcao(0,255);
  }
  if(vtecla == HIGH)
  {
    farol_ligado();
  }
  else
  {
    farol_desligado();
    movimento(0,0);
    direcao(0,0);
  }
}
     Na programação, antes de fazer a preparação de tudo no void setup() criei 4 novas funções... Essas funções que criei é para facilitar a programação, para não ficar repetindo varias vezes a mesma programação. Criando uma função (um void), invés de digitar varias vezes a mesma programação que deseja, com isso só ao digitar o nome da função irá executar o que está dentro dela... Com isso diminui muito a quantidade de linhas na programação e pode deixar mais claro para entende-lo. As funções são para ligar e desligar o farol, outra que irá servir para o controle da direção e outro para aceleração (se irá se movimentar para frente ou para trás).
     Depois que calibrei os botões, digitalRead(), a programação era quando eu pressionar o botão determinado e dar o valor 1 no arduino, irá executar o que programação (e.: apertei o botão cima, quando pressionei o arduino estava lendo 0 passou a ler para 1, quando estiver em 1 o carrinho irá para frente). Mas se nenhum dos botões forem apertados, o carrinho irá ficar parado, como mostra no else (desativei todas as funções).

Chupado no Blog do Nareba

Impressora 3D transforma desenhos de criança em brinquedos

Origon 3D  é uma impressora pequena que transforma o universo de papel das crianças em brinquedos de plástico. Foto: Divulgação Origon 3D é uma impressora pequena que transforma o universo de papel das crianças em brinquedos de plástico
Foto: Divulgação
A tecnologia das impressoras 3D está se tornando cada dia melhor e mais barata. Impressoras capazes de imprimir vasos sanguíneos humanos já foram criadas e, agora, dois designers criaram um conceito de impressora 3D que transforma os desenhos de uma criança em brinquedos de verdade.A Origon 3D é uma impressora pequena que transforma, magicamente, o universo de papel das crianças em brinquedos de plástico. Segundo o site DVice, o mais interessante dessa impressora é que se a criança não quiser mais o brinquedo, ele pode ser reciclado e se tornar outro totalmente novo.
A impressora, que ainda é só um conceito, foi desenvolvida pelos designers Artur Tchoukanov e Joris Peel e, de acordo com o Tuvie, deverá custar o mesmo que quatro Xbox 360.
O produto ainda não está em fabricação, mas o projeto é factível e pode ser produzido em pouco tempo. Segundo os designers, já há protótipos em funcionamento. No site oficial do produto (origo3dprinting.com) há vídeos demonstrando a idéia do dispositivo.

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Pesquisadores estudam dispositivo que pode se comunicar com seres vivos

Dispositivos elétricos e eletrônicos, de uma lâmpada a um tablet, enviam informações por meio de elétrons. Por outro lado, o corpo humano e demais organismos enviam sinais e recebem impulsos para realizar tarefas por meio de íons e prótons.
Um grupo de cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, e da Universidade de Waterloo, no Canadá, desenvolveu um transistor que usa prótons no lugar de elétrons, abrindo a possibilidade de fabricação de dispositivos que possam se comunicar diretamente com seres vivos. O estudo será publicado esta semana na revista Nature Communications.
Diversos grupos de pesquisa no mundo estudam o desenvolvimento desse tipo de tecnologia, que poderá ser empregado em próteses ou em sensores biológicos, mas as pesquisas estão voltadas para a comunicação eletrônica, com partículas carregadas negativamente, e não positivamente ou neutras, como prótons e íons.
“O desafio está na interface: como fazer com que um sinal eletrônico seja traduzido em um sinal iônico e vice-versa?”, disse Marco Rolandi, professor de ciência dos materiais e engenharia da Universidade de Washington e primeiro autor do artigo.
“Nós encontramos um biomaterial que é muito bom na condução de prótons e permite o potencial de interagir com sistemas vivos”, afirmou.
No corpo humano, prótons atuam junto a espécies de interruptores – ligando ou desligando-os – que são fundamentais para a transferência biológica de energia. Íons abrem e fecham canais na membrana celular para impulsionar coisas para dentro e para fora das células.
Animais, como o homem, usam íons para, por exemplo, flexionar seus músculos ou na transmissão de sinais cerebrais. Uma máquina que seja compatível com um sistema vivo poderia monitorar tais processos. Em teoria, isso poderia levar à geração de correntes de prótons para controlar diretamente determinadas funções.
Um primeiro passo rumo a esse tipo de controle é o transistor apresentado no novo estudo, capaz de enviar correntes de prótons. O protótipo é um transistor de efeito de campo, um tipo que inclui três terminais – porta, fonte e dreno – para a corrente.
O protótipo é o primeiro desses transistores a usar prótons. Ele é bem mais fino que um fio de cabelo, medindo apenas 5 micrômetros de espessura – 1 micrômetro é a milionésima parte de 1 metro.
O transistor foi feito com o uso de quitosana, polissacarídeo derivado do exoesqueleto de crustáceos. A quitosana absorve água e forma muitas ligações de hidrogênio, permitindo que os prótons pulem de uma ligação para outra.
O protótipo também leva silício, o que o torna incompatível com o uso no corpo humano, mas os pesquisadores pretendem desenvolver versões com outros materiais, que possam ser implantadas sem problemas de rejeição ou dano físico.

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Insôniaebaum - Desculpas

Meus caros insônios, peço desculpas, tenho andado ausente do blog. No meu trabalho surgiu um projeto deveras importante que têm desviado toda minha atenção, tenho algumas matérias no gatilho, mas como precisam de tradução e pesquisas adicionais, meio que não tenho tido tempo para terminar. Contudo, assim que possível volto com força. E sempre que possível vou atualizando o blog. Agradeço a todos e tenham uma ótima insônia.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Holodeck em miniatura permite usuário ‘brincar’ com personagem em 3D



Foto: Reprodução: DVice
O personagem parece se movimentar com o toque do usuário.
Por Fernanda Morales
No Japão, um grupo de pesquisadores da Keio University desenvolveu um sistema que permite que o usuário interaja com personagens em 3D através de um toque virtual.
O sistema RePro3D é composto por uma interface tátil, um display que não precisa de óculos 3D e uma câmera com dispositivo infravermelho para captar os movimentos do usuário.
De acordo com o DVice, o efeito do sistema é que parece que o personagem se move com o tato do usuário, como se o usuário tivesse influência direta na imagem em 3D.
Os desenvolvedores do RePro3D afirmaram para o site DigInfo que “existem muitos personagens interessantes em animações e games, mas desde que esses personagens só existem na tela, isto se torna um pouco solitário, e então, nós construímos esse display porque queríamos trazer esses personagens para o nosso mundo real em 3D”.
Um vídeo produzido pelo DigInfo mostra como o sistema funciona e pode ser conferido no YouTube pelo atalho youtu.be/HINWoOyZIwY.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Robô que resolve o cubo mágico.


Software inteligente é capaz de se passar por humano




Quem está falando: uma pessoa ou uma máquina? Em breve pode ser difícil de dizer.
Um software chamado Cleverbot passou em uma das provas-chave da inteligência artificial: o teste de Turing. Proposto pelo cientista da computação britânico Alan Turing em 1950, se um ser humano falando com uma máquina acredita que a máquina é um humano, ela passa no teste.
O teste com Cleverbot aconteceu no festival Techniche, em Guwahati, Índia. Trinta voluntários realizaram uma conversa de quatro minutos com uma “entidade desconhecida”.
Metade dos voluntários conversou com seres humanos, enquanto o resto conversou com Cleverbot. Todas as conversas foram exibidas em telões para o público ver.
Os participantes e o público então avaliaram o lado humano de todas as respostas. 59,3% votaram no Cleverbot como humano, enquanto 63,3% dos humanos foram classificados como tais. Um total de 1.334 votos foi dado – muitos mais do que em qualquer teste de Turing já feito.
Um resultado de 50% ou mais é frequentemente considerado como passado no teste, mas há claramente ainda uma lacuna entre Cleverbot e seres humanos.
Passar no teste não prova inteligência, apenas que a máquina pode imitar inteligência. Cleverbot conversa através da procura em registros de suas conversas anteriores, selecionando uma resposta apropriada para o comentário. A versão online do software realiza esta pesquisa três vezes antes de decidir uma resposta, enquanto a versão mais potente, usada no teste, corre 42 pesquisas.
Cleverbot aprende a partir de conversas, e a mesma técnica poderia ser usada para criar uma inteligência artificial mais geral. Os seres humanos aprendem através de dados sensoriais muito mais ricos do que esses; um robô com capacidade de fazer o mesmo seria incrível.[NewScientist]

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iPhone vira controle remoto para robô industrial

Robô é controlado com aplicativo específico para ele
O Institut für Werkzeugmaschinen und Fertigung (Instituto de Máquinas e Ferramentas, em tradução livre) de Berlim, na Alemanha, transformou um iPhone em um controle remoto para robôs industriais.
No vídeo disponível no YouTube


, podemos ver um KUKA KR6, um robô industrial capaz de soldar, criar arcos metálicos e empacotar sendo controlado pelo smartphone da Apple. Com o uso do acelerômetro, basta apenas mexer o iPhone para dar instruções à máquina.
O Cult of Mac avisa que o robô não é controlado diretamente, mas por programação. Assim sendo, basta programar a máquina e deixá-la fazendo todo o serviço. Só tome cuidado para ninguém ficar no caminho e se machucar.

Insônia: Agora basta adaptar, fazer um robô que se move e ter seu próprio Medabot! :)

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Aeromodelo espião de redes WiFi é batizado de SkyNET

 Insônia: Caros a casa caiu! Graças aos meus espiões ao redor do globo(ou da Globo kkkk) caiu em minhas mãos esta notícia(valeu @paulosobreira), agora não basta proteger seu micro na web, pessoas podem estar nesse momento hackeando suas senhas, seus emails, seus diretórios usando.... um brinquedo isso mesmo, galere, leiam a matéria para perplexar comigo. Assim que possível posto vídeos também sobre o assunto.


Não é de hoje que geeks praticam um esporte chamado Wardriving, em que eles se reúnem em grupos de dois ou mais e dirigem a esmo em um determinado local procurando por redes sem fio abertas para explorar suas vulnerabilidades. Uma variação desse esporte evolve usar aeromodelos, como aqueles criados por hackers holandeses no ano passado. Agora essa técnica foi atualizada graças a um grupo de cientistas e passou a ser um pouco mais acessível.

O trio de cientistas Theodore Reed, Joseph Geis e Sven Dietrich do Instituto de Tecnologia Stevens em New Jersey nos EUA, são os responsáveis pela criação do chamado SkyNET. Sim, esse é o nome do aeromodelo que você vê na imagem acima mas a menos que a SkyNET se torne autossuficiente lendo mensagens de e-mail particulares depois de quebrar chaves de criptografia, ele não representa o início do fim da humanidade como nós conhecemos. Ainda.

Trata-se na verdade do trabalho de conclusão de curso do trio, que aperfeiçoou os aeromodelos como o holandês WASP, que quebra senhas de redes WiFi. Só que eles acabaram criando um arquivo do tipo faça-você-mesmo. Basta baixar o trabalho em PDF com as instruções, comprar as peças necessárias (que custam por volta de 600 dólares), montar todas no lugar certo e você terá um computador voador rodando Linux e capaz de detectar e comprometer a segurança de redes sem fio. Fácil.
E você pode fingir que está apenas pilotando um inocente helicóptero de controle remoto.
LEMBREM-SE: FAZER É UMA COISA, PRATICAR E COMETER ATOS ILÍCITOS, PODE LEVÁ-LOS A CADEIA.
Com informações: Geekologie.

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domingo, 11 de setembro de 2011

Super-heróis caseiros


Salve rapaziada! Faz alguns dias que não posto nada,  meu trabalho(que eu amo muito) tem consumido boa parte do meu tempo, mas nem por isso eu abandonei minha garagem. Agora encontro na net, esses carinhas que com um pouco de imaginação conseguiram criar algumas engenhocas bem interessantes. Agradeço o blog Action e Comics por ter upado essa matéria. Segue:

Nerds pelo mundo colocam sua criatividade em prática para criar geringonças que simulam superpoderes dos personagens de quadrinhos.

Para que ficar sonhando com qual poder gostaria de ter se a ciência já nos concede um bocado deles? É o que vários nerds pelo mundo andam fazendo: eles não são nenhum Tony Stark, mas conseguem criar geringonças que proporcionam “supervantagens” frente aos humanos ordinários.

Veja, por exemplo, o jovem Everett Bradford, que criou manoplas de lança-chamas iguais ao do vilão mutante Pyro, inimigo dos X-Men

Já este rapaz aqui ficou com raiva das caixas espalhadas em sua casa e resolveu retalhá-las ao melhor estilo Wolverine – as garras não são de adamantium e nem ficam por baixo da pele, mas parecem ser igualmente mortais… Quem ganhou o “Troféu Tony Stark de super-geringonças” foi o britânico Jem Stansfield. Com peças de aspirador de pó ele ganhou poderes de aderência semelhantes aos de um certo amigão da vizinhança – e, o melhor, ele ainda ensina como se faz!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Conceito indica geração de energia elétrica a partir da fotossíntese

Musgos. (Foto: Divulgação)Musgos. (Foto: Divulgação)
Cientistas da Universidade de Cambridge estão desenvolvendo um projeto de geração de energia elétrica doméstica a partir da fotossíntese de algas e musgos. A tecnologia Biofotovoltaica (BPV) está na fase inicial de desenvolvimento, mas os cientistas estimam que os dispositivos BPV são susceptíveis a se tornarem alternativas competitivas aos painés convencionais, à base de silício, nos próximos 5 ou 10 anos.
O projeto envolve a colaboração entre os departamentos de Engenharia Química e Biotecnologia, Ciência Vegetal e Bioquímica e do Instituto para Manufatura da Universidade de Cambridge, e do departamento de Química da Universidade de Bath.
A pesquisa faz uso do processo de geração de energia exclusivo das plantas, a fotossíntese, mas que em um futuro não muito distante deve também fazer parte da nossa vida. As plantas captam a luz do sol através das folhas e, mediante um processo bioquímico de conversão de energia, liberam a energia necessária para a manutenção da vida.
Mesa de musgos e painel solar Biofotovoltaico. (Foto: Reprodução)Mesa de musgos e painel solar Biofotovoltaico. (Foto: Reprodução)
O projeto inclui uma série de painéis solares de uso doméstico com algas, um gerador que simula a costa marinha, colhe a água e a dessaliniza, além de um painel com musgos. Também foi criada uma estação de energia composta por "vitórias-régias" flutuantes. A liberação de energia por unidade de área, como uma usina BPV, atua como um parque eólico capaz de gerar 5-6 watts por metro quadrado. Isso seria o suficiente para explorar a nova tecnologia comercialmente.
O gerador de energia seria capaz de funcionar até mesmo à noite graças à energia acumulada durante o dia. Apesar da expectativa de que resultados mais eficazes sejam alcançados daqui a alguns anos, o projeto tem ajudado a orientar a pesquisa em novas direções.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Laser cria gotículas de água, primeiro passo para a formação de chuvas

O laser Teramobile pode influenciar a condensação de água na atmosfera através de partículas de ácido nítrico

Desde que fazendeiros antigos clamavam aos deuses para levar chuva e salvar suas colheitas, os homens ansiam por ter o clima sob seu comando. O sonho agora recebeu um novo impulso, após pesquisadores usarem um poderoso laser para produzir gotículas de água no ar, algo que pode ajudar na formação de chuvas.

Embora nada possa produzir uma chuva a partir de ar seco, a técnica, chamada de condensação da água assistida com laser, pode permitir algum controle sobre onde e quando a chuva cai, se o ambiente for suficientemente úmido.

Pesquisadores demonstraram a técnica em testes de campo após levarem um laboratório de laser do tamanho de uma pequena garagem para as margens do Lago Genebra, na Suíça.

Registros de 133 horas de disparos revelaram que pulsos intensos de luz laser criaram partículas de ácido nítrico no ar que se comportaram como cola atmosférica, ligando moléculas de água e formando gotas, e impedindo-as de evaporarem novamente.

Em segundos, formaram-se gotas estáveis, com alguns milésimos de segundo de diâmetro: pequenas demais para caírem como chuva, mas suficientemente grandes para encorajar os cientistas a avançarem em seu trabalho.

- Ainda não formamos gotas de chuva. O que temos é muito pequeno e leve para cair como chuva. Para formá-la, precisamos de partículas cem vezes maior, que sejam pesadas e possam cair - explicou Jérôme Kasparian, físico da Universidade de Genebra, que publicou o resultado de seus testes na revista "Nature Communications".

Da Agência O Globo

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Cientistas criam borboleta “robô”

Um grupo de pesquisadores japoneses causou espanto na comunidade científica ao criar uma réplica robótica 100% funcional de uma “Papilio Machaon” (mais conhecida como borboleta rabo-de-andorinha).
O “robô” é na verdade um ornitóptero, aerodino (nome genérico dado a qualquer aeronave mais pesada que o ar) com asas que se movimentam sobre um eixo longitudinal em relação ao aparelho, num movimento semelhante às asas dos pássaros.
A escolha da espécie em questão deveu-se ao seu peculiar morfismo, composto por grandes asas e uma pequena massa corpórea, onde o inseto não necessita de grande freqüência de “bater de asas” para se locomover, utilizando uma reação passiva à aerodinamica.
Usando o software de análise de movimento, os pesquisadores foram capazes de acompanhar o desempenho aerodinâmico do ornitóptero. A idéia do experimento é demonstrar e entender o mecanismo de vôo da “rabo-de-andorinha”,
A equipe demonstrou que o vôo pode ser realizado com simples movimentos de bater das asas sem controle de retroalimentação, um modelo que pode ser aplicado para os futuros sistemas aerodinâmicos.
"Os resultados demonstraram que o voo estável para frente poderia ser realizado sem plumagens ativas ou controle de retroalimentação do movimento das asas", dizem os cientistas.
"Durante os voos, o corpo da borboleta artificial é deslocado para cima e para baixo de forma passiva em sincronização com o bater das asas, e a borboleta artificial seguiu uma trajetória de voo ondulante como um legítimo espécime ”, concluíram os pesquisadores.

Mais detalhes sobre o feito podem ser vistos na publicação eletrônica Bioinspiration & Biomimetics. Chupado aqui

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vídeo mostra dois sistemas de inteligência artificial conversando

Insônia: O vídeo e no mínimo engraçado, sou programador de softwares e isso que simularam não passa de jogos de palavras, ou seja um software com uma interface gráfica, reconhecendo as palavras que o outro dita e tenta por meio de aproximação de palavras ou significados, mas pelo menos estão tentando.
Já existem diversos bots capazes de manter conversações inteligentes com seres humanos, baseados em palavras-chave na escrita ou na fala do interlocutor, mas o que acontece quando você coloca a I.A. para conversar com ela mesma? Foi o que uma equipe do Cornell’s Creative Machines Lab fez, ao colocar o sistema para conversar "consigo mesmo"