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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Robô já substitui até trabalhador chinês



Na fabricante de carretas Noma, no interior do Paraná, não tem gente fazendo força. São os robôs espalhados pela fábrica que carregam as peças pesadas. São também robôs que soldam as diferentes partes dos veículos. Antes privilégio de grandes corporações, os robôs estão invadindo as linhas de produção de pequenas e médias empresas no mundo todo e prometem mudanças importantes na divisão global do trabalho, com prejuízo para os países emergentes.
Está em curso uma mudança no sistema fabril que pode significar um novo estágio da revolução industrial. Hoje, comprar um robô custa praticamente o mesmo que pagar o salário de um operário chinês. Dados preparados pela consultoria Gavekal mostram que o custo unitário de um robô industrial atingiu cerca de US$ 48 mil no ano passado, uma diferença pequena para os US$ 44 mil pagos a um funcionário pela gigante de montagem Foxconn durante dois anos.
Na verdade, os chineses recebem menos que isso na Foxconn - que, entre vários outros produtos, faz os iPhones e iPads da Apple -, mas o cálculo considera um fictício operário que trabalhasse 24 horas - como um robô. As jornadas de trabalho da China são pesadas, mas ainda não chegam a tanto. O resultado dessa aproximação de custos é que até a Foxconn já anunciou que pretende "empregar" 1 milhão de robôs até 2014.
Outra evidência do avanço da robótica é que a demanda por robôs industriais está indo além do setor automotivo, que já é tradicional nessa área. Em 2006, as montadoras respondiam por 36% dos robôs utilizados no planeta. Esse porcentual caiu para 28% em 2010. O setor elétrico e eletrônico, que detinha 18% dos robôs, saltou para 26%. Também se destacam os fabricantes de plásticos, produtos químicos e cosméticos.
"Estamos diante de uma tecnologia de ruptura. O excesso de mão de obra vai deixar de ser uma vantagem e as empresas vão começar a retornar para países com mão de obra qualificada, baixos custos e boa infraestrutura", disse José Roberto Mendonça de Barros, sócio-diretor da MB Associados. "A robótica é um dos fatores que vai ajudar a indústria a renascer nos Estados Unidos". Mendonça de Barros projeta que, até 2015, o mundo vai assistir atônito a uma mudança radical nas relações de trabalho.
Yuchan Li, analista da Gavekal baseada em Hong Kong e autora dos cálculos, disse ao jornal O Estado de S. Paulo por e-mail que "é difícil colocar um prazo definitivo, mas que há sinais de que a revolução já está ocorrendo". Segundo ela, as mudanças são mais rápidas em alguns países, como a Coreia do Sul, do que em outros.
O movimento é inevitável. De um lado, o esforço de países como a China para reforçar o mercado local, melhorando a renda e as condições de trabalho, acaba elevando os custos da mão de obra. De outro, os robôs acabam sendo beneficiados pela chamada Lei de Moore. Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, previu, na década de 1960, que a capacidade dos microprocessadores dobraria a cada dois anos. Isso faz com que os eletrônicos possam ser, a cada ano, mais potentes e mais baratos. E o mesmo acontece com os robôs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

GuardBo protege sua casa de todos os riscos



Foto: Reprodução: Ubergizmo
Robô é capaz de detectar sinais de fumaça e vazamentos de gás.
Por Fernanda Morales
Quem fica muito tempo fora de casa ou até passa dias e mais dias viajando a trabalho, deixar sua casa é sempre uma preocupação. Pensando em deixar os proprietários mais aliviados, a Kunshan Industrial Technology Research Insitute (KSITRI) criou um robô de guarda, o GuardBo.
O robô que mais parece um brinquedo de criança funciona perfeitamente como um segurança particular em sua casa.
Segundo o Ubergizmo, o GuardBo é capaz de detectar com seus inúmeros sensores fumaça, vazamentos de gás, entrada de pessoas não autorizadas, desastres naturais e até desastres provocados pelo homem.
E de acordo com o Plastic Pals, ele também transmite as imagens que captou pela internet através de uma conexão wireless.
O GuardBo foi apresentado na última ICRA realizada em Shangai, China.

Chupado aqui

sábado, 13 de agosto de 2011

Vomitron: montanha-russa particular totalmente programável

Robô mistura braço mecânico usado em linhas de montagens e uma cadeira com cinto de segurança para entregar uma experiência única.

Insônia: Taí numa parada que eu não confiaria pra brincar não! Somente se eu tivesse programado e dentro de uma proteção e com alguém segurando o fio da tomada! rsrsrs segue a matéria.

Fãs de montanha-russa que não se contentam com os desafios disponíveis em parques temáticos têm no Vomitron a opção perfeita de divertimento. No lugar de trilhos e carros conectados entra em ação um braço mecânico utilizado em linhas de montagem e uma cadeira comum equipada com cintos de segurança.
Como o nome do robô deixa claro, a máquina é especializada em girar o usuário no ar diversas vezes, com o objetivo de testar a resistência de seu estômago. Para quem deseja um desafio ainda maior, o Vomitron pode ser reprogramado facilmente, garantindo assim experiências emocionantes que nunca são exatamente as mesmas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Interface para sentir objetos 3D na tela do computador

Robô permite que o usuário experimente sensações de tato ao manipular objetos virtuais.

Após a visualização de objetos e filmes em três dimensões, o que se tornará cada vez mais comum ao se confirmar a tendência de consumo de TVs para imagens tridimensionais, o próximo passo a ser explorado para aumentar a imersão dos expectadores seria as interfaces hápticas.



Mas essa forma de interação será um enorme desafio tecnológico que já está sendo enfrentado em várias frentes de pesquisa.



É nesse contexto que se insere o robô Hiro III. Uma espécie de braço robótico integrado com um monitor que exibe imagens em 3D e que foi idealizado para treinamento médico, como exames clínicos para detectar tumores na mama.



É difícil praticar em pacientes reais. E ainda que os médicos solicitem volutários, os voluntários não terão os sintomas de doenças.
Haruhisa Kawasaki. Professor da Gifu University


Segundo o professor Kawasaki, os dedos possuem muitos graus de liberdade para se movimentarem. Assim, para simular esses movimentos com precisão, dando a impressão de tato, são necessários 15 motores controlados simultaneamente.

High five, Hiro!

Além disso, os componentes eletrônicos para controlá-los devem estar todos compactados na palma da "mão" robótica.

Chupado aqui

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

E procurando que se acha


Insônia: Aos poucos vou encontrando iniciativas aqui no Brasil de influenciar os alunos em atividades na área de pesquisa, desenvolvimento e robótica. Acho fantástico isso, quem dera se todos os estados, seguissem essas iniciativas. Asd chances de descobrir um Tony Stark da vida, seriam bem maiores. Sempre que surgir algo vou incluir aqui, porque esse tipo de matéria me deixa orgulhoso. Essas matérias servem até para você que mora próximo a estes locais e queira colocar seu filho pra enveredar nesse caminho.


Escola municipal está entre as melhores do 6º Prêmio Educadores Inovadores

O projeto ''Robótica Educativa'', da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Olavo Pezzotti chegou entre os finalistas do Prêmio Educadores Inovadores 2011. a iniciativa desenvolve a criação e montagem de diferentes mecanismos mecânicos e eletrônicos, com a utilização do kit Lego como base.


Procura a peça certa, encaixa, avalia a estrutura e, nesse monta e desmonta com Lego, criar robôs, casas, pontes que se movem e muito mais. Foi ensinando com brincadeiras que o projeto Robótica Educativa, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Olavo Pezzotti chegou entre os finalistas do Prêmio Educadores Inovadores 2011, sobre o uso da tecnologia em sala de aula. Os vencedores serão conhecidos nesta quarta-feira (3/8).

O projeto da professora Viviane Ferreira Cardoso envolve alunos entre 9 e 14 anos. Por meio de oficinas, o trabalho desenvolve a criação e montagem de diferentes mecanismos mecânicos e eletrônicos, com a utilização do kit Lego como base. Para dar vida aos objetos criados, os jovens testam hipóteses de movimentos por meio do software Excel. Após realizarem os testes, as fórmulas desenvolvidas são colocadas em prática, tornando cada pequena tentativa um sucesso absoluto.

Dentre 1.400 inscritos, o projeto Robótica Educativa foi eleito um dos 15 melhores trabalhos desenvolvidos por escolas públicas de todo o país. A ideia pode ser vencedora da categoria Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa, além de dar à professora Viviane o título de Educadora Inovadora de 2011. Os primeiros colocados terão a oportunidade de participar de uma etapa regional da América Latina, que será celebrada entre agosto e setembro no Chile. Se classificados, os professores disputarão a etapa mundial do prêmio em novembro, em Washington (EUA).

A Microsoft promove nesta quarta-feira (3/8) um workshop sobre os últimos 25 anos da Educação no Brasil. Ao final evento serão conhecidos os campeões do prêmio de 2011.

Tecnologia na rede

O Programa de Informática Educativa da Rede Municipal de Ensino tem buscado promover a inclusão digital de todos os alunos da rede, desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.

A Secretaria Municipal de Educação elaborou diretrizes básicas para que todas as escolas tenham um  plano que envolva a democratização e o acesso aos recursos disponíveis para a inclusão digital. Estas diretrizes são complementadas pelos projetos pedagógicos dos Professores Orientadores de Informática Educativa (POIEs) de cada escola. A meta da equipe de Informática Educativa da Secretaria é audaciosa: tornar o programa uma referência mundial de práticas de inclusão digital de sucesso até 2012.

Algumas escolas tem até blogs pra divulgar o que fazem segue uma lista que achei:

Além de compartilharem conhecimentos sobre robótica, os blogs - das escolas e educadores parceiros, costumam postar fotos e vídeos das aulas e das criações dos alunos, contando sobre as atividades desenvolvidas em sala e descrevendo a trajetória das equipes que participaram dos campeonatos de robótica, como FIRST® LEGO League (FLL), por exemplo.  A ZOOM aprova o trabalho dos blogs e parabeniza todas as escolas que dividem suas experiências por meio dessa ferramenta digital.
Listamos aqui algumas escolas que decidiram inovar e criaram seus próprios blogs de robótica:
- Colégio Edimaster, BA
http://roboticaedimaster.blogspot.com/2011/07/materia-do-edimaster-no-portal-da-lego.html
- Escola Nossa Senhora de Fátima
http://fatimarobots.blogspot.com
- Colégio Estadual Luiza Mahin, RJ
http://celuizamahin2011.blogspot.com
- SESI Escola de Criciúma, SC
http://tecnologiaeducacionalsesi.blogspot.com

Chupado aqui

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Foxconn vai substituir operários por 1 milhão de robôs

A empresa taiwanesa Foxconn, que produz iPads e iPhones para a Apple, pretende usar um milhão de robôs para substituir operários, informou nesta segunda-feira (01/08) o jornal “The Daily”. A empresa, que também monta produtos para a Nokia e a Sony na China, foi alvo no último ano de suicídios em suas unidades chinesas e acusada de oferecer péssimas condições de trabalho a seus funcionários.
O presidente da Foxconn, Terry Gou, disse a sua equipe que a companhia poderia começar a usar robôs para as tarefas mais repetitivas na linha de produção. A empresa já utiliza 10 mil robôs batizados de Shenzhen No. 1, que parecem um braço mecânico, para levantar e soldar metais. Gou disse que haveria 300 mil outros robôs instalados nas fábricas até o final do ano, até atingir a escala de um milhão.
“Há muitas tarefas simples e repetitivas na linha de montagem que um robô pode fazer”, disse uma fonte da Foxconn ao jornal “The Daily”. “O trabalho era feito manualmente antes, mas o robô é mais eficiente e pode ser melhor controlado”.
Segundo analistas do mercado, a mudança para uma produção mecanizada poderia ser resultado do rápido aumento nos salários na China, especialmente no sul, onde uma falta de operários já resultou em pedidos de aumento e melhores benefícios. Algumas fábricas já anunciaram que os salários tiveram um aumento médio de 30% a 40% este ano, tornando mais difícil lucrar em cima de uma produção em massa, sem repasse ao preço dos produtos.
Um ex-gerente da Foxconn que não quis se identificar disse, porém, que os robôs não serão capazes de fazer o trabalho com a mesma precisão - especialmente nas linhas de montagem de equipamentos eletrônicos de alta precisão. "Não é possível fazer um celular usando um robô", disse o ex-funcionários ao "China Business News". A Foxconn conta atualmente com um quadro de 1,2 milhão de trabalhadores.
Anteriormente, as críticas feitas ao sistema de produção da Foxconn, que chega a ter 250 mil funcionários em uma única unidade, comparavam os métodos da empresa a trabalho escravo, dizendo que muitos funcionários acabam desenvolvendo depressão ou ficavam desumanizados, livres de emoções.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Aspirador robô avisa quando está em apuros

LG RoboKing informa quando reparos são necessários.

Parece, mas não é um disco voador
Geek também precisa realizar atividades domésticas. Para varrer a casa, a LG anunciou um novo produto que tem tudo para agradar. O RoboKing é um aspirador de pó eletrônico que, de forma automática, percorre toda a área da residência em busca de sujeira. Seja poeira, pelos ou qualquer outro detrito, ele engole e deixa a sua casa limpinha. E a inteligência do bicho não para aí.
Falando de forma simplificada, o RoboKing avisa quando está com problemas. Funciona da seguinte maneira: há o botão Smart Diagnostic (diagnóstico inteligente, em tradução literal) na sua superfície, que deve ser pressionado por 3 segundos. Depois de poucos segundos, o robô-aspirador começa a girar. Loucura? Não, ele está verificando 14 componentes e sensores em busca de eventuais problemas.
Verificação encerrada, o robô ainda alerta para possíveis reparos em alto e bom som. Sim, ele ainda conta com um sistema de som integrado. Bacana, não?
Produzido pela LG, o RoboKing (modelo VR6172LVM) será vendido lá fora na faixa dos US$ 730 (equivalente a R$ 1.140). Cá no Brasil a LG só vende o aspirador-robô Hom-Bot (que estaria uma geração atrás do RoboKing) por algo em torno de R$ 2.700. Sim, é um aparelho custoso, mas talvez valha à pena. Talvez…
Com informações: Akihabara News.

 Chupado aqui


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Laboratório cria robôs que montam plataforma de pouso para quadricóptero

De forma autônoma, os robôs se organizam para melhor realizar tarefas coletivas.


O Laboratório de Sistemas Inteligentes e Robótica da Georgia (GRITS), nos Estados Unidos, criou um conjunto de robôs autônomos que, mesmo sem se comunicarem uns com os outros, conseguem realizar tarefas de equipe, como formar uma fila ou uma plataforma para o pouso de um quadricóptero.
A parte mais legal disso tudo, assim como destaca o site PopSci é que os robôs não se comunicam uns com os outros, apenas seguindo as “ordens” do robô líder. Quando o robô os manda fazer uma formação em linha por exemplo, eles não se comunicam uns com os outros para descobrir como irão fazer isso, mas apenas sabendo a posição relativa dos outros robôs, eles tomam suas próprias decisões a fim de que a tarefa seja feita com sucesso.
Basicamente, cada robô é capaz de “pensar” individualmente a melhor posição que deve tomar para que uma tarefa coletiva seja realizada com eficiência. Para deixar ainda mais claro essa eficiência e a precisão dos robôs, segue o video:

Mais um vídeo:

A montagem da plataforma de pouso para o quadricóptero é apenas uma das formações possíveis dos robozinhos, e o aluno de graduação do GRITS, Ted Macdonald, conta mais em seu blog sobre suas aplicações.
Chupado aqui e postado originalmente Por Daniel Pavani

terça-feira, 26 de julho de 2011

Jipe que investigará Marte tem laser para pulverizar rochas


O próximo jipe-robô da Nasa vai pousar em Marte disparando um raio laser e pulverizando rochas para explorar a cratera Gale, na região equatorial do planeta, que tem uma montanha no meio.

O plano completo da missão MSL (Mars Science Laboratory), anunciado na sexta-feira (22), em Washington, confirmou o lançamento da nave que levará o veículo ao espaço no fim de novembro.

Batizado de Curiosity (curiosidade), o novo jipe tem o dobro do tamanho de seus antecessores, Spirit e Opportunity, e vai carregar dez instrumentos científicos diferentes.

Com três metros de comprimento, o veículo tem como objetivo principal investigar a história geológica e atmosférica de Marte, para saber se o planeta já foi (ou ainda é) capaz de abrigar vida.

NADA DE ASTRONAUTA

A confirmação de que o projeto está saindo como planejado foi um alívio em um ano difícil para a Nasa.

Em meio ao clima de velório no programa de tripulação humana dos EUA -o último ônibus espacial a voar pousou na quinta-feira-, executivos da agência estão tendo de lidar com a ameaça de corte de verba do Telescópio Espacial James Webb, o sucessor do Hubble.

Sem planos em vista para enviar humanos a Marte nem a longo prazo, as estrelas vão continuar sendo os robôs.

O consolo é que o Curiosity --com custo de US$ 2,3 bilhões-- vai reunir informação útil para planejar uma eventual missão tripulada.

"Cada jipe que enviamos a Marte nos ajuda a entender a história do planeta, de que ele é composto e quais recursos estão disponíveis", disse à Folha Michael Meyer, chefe do programa de exploração marciana da Nasa.

"Quando decidirmos enviar astronautas, poderemos escolher uma região onde haja gelo abaixo da superfície para fazer combustível ou oxigênio. Ou poderemos usar as informações para enviar humanos aos lugares mais interessantes do planeta", completou.

Dando entrevista no Museu do Ar e do Espaço em frente a uma réplica do Curiosity, porém, os líderes do projeto pouco falaram sobre a perspectiva de missão tripulada. O entusiasmo está todo voltado para o que o novo robô-cientista poderá descobrir em Marte.

EXPLORAÇÃO

A cratera Gale, com 5 km de profundidade, tem várias camadas geológicas expostas, como em um desfiladeiro, o que permitirá estudar a história de Marte. Cientistas acreditam que, no passado, o local estava cheio de água.

"Muitos instrumentos do jipe são capazes de detectar água", diz Dawn Summer, geóloga-chefe do projeto. Um deles, explica, é uma espécie de câmera química, chamada ChemCam.

"Ela dispara um laser que pulveriza parte de uma rocha e analisa a composição química a partir do brilho que o material alvejado emite. Se sair vapor, nós vamos ver a assinatura da água."

Mais do mesmo:


O Curiosity tem seis rodas e utiliza um sistema de suspensão "rocker-bogie", igual ao de seus antecessores de menor tamanho Spirit, Opportunity e Sojourner, mas melhorado.
Cada roda tem um motor de acionamento próprio e as rodas laterais têm, além disso, motores independentes para conduzir a direção.
Ao contrário dos robôs anteriores, o Curiosity também fará uso de um sistema de mobilidade parecido com um trem de aterrissagem, planejado para quando iniciar a etapa de aterrissagem sobre a superfície marciana, prevista para agosto de 2012.
Nos próximos meses, os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa provarão o sistema de mobilidade e submeterão o robô a condições similares às que ele deve encontrar no terreno do planeta vermelho, e que dificultaram as missões de seus antecessores.
Precisamente, as rodas do Spirit afundaram na terra de marte em abril de 2009, ficando presas em uma camada de areia que havia embaixo.
Ele pousou em Marte em janeiro de 2004 junto a outro robô gêmeo, o Opportunity, colocado na parte oposta do planeta.
Inicialmente, eles receberam três meses de vida ativa. No entanto, apesar dos seus materiais terem sofrido desgaste e terem problemas de funcionamento, os dois veículos continuaram percorrendo Marte e transmitindo milhares de fotografias e informações sobre sua geologia e sua atmosfera para a Terra.
Além de terem confirmado que em algum momento de sua história o planeta abrigou água de forma líquida, os veículos exploradores de seis rodas percorreram mais de 20 quilômetros da superfície de Marte.
As explorações do "Spirit" acabaram mas, embora com dificuldade, a Nasa ainda mantém os dois veículos funcionado.
A prospecção no solo de Marte começou em 1997 com a missão Pathfinder, que levou o veículo Sojourner ao planeta, através do qual a humanidade recebeu as primeiras imagens detalhadas do planeta.
No entanto, ao contrário dos gêmeos Spirit e Opportunity, o Sojourner não tinha uma comunicação direta com a Terra e seus dados deviam passar através da nave Pathfinder.
A Nasa pretende lançar seu novo explorador entre os dias 25 de novembro e 18 de dezembro de 2011.
O Curiosity estudará uma área de Marte para possíveis entornos habitáveis, incluindo alguns pontos que poderiam dar pistas aos cientistas sobre a conservação da vida e o meio ambiente, embora esta missão não busque evidências de vida.
Nesta missão, este "curioso" robô examinará as rochas, o solo e a atmosfera do planeta vermelho com uma série de ferramentas acopladas ao seu interior, incluindo um laser para pulverizar fragmentos de rochas que possam atrapalhar o seu caminho e um instrumento desenhado para detectar compostos orgânicos.
Chupado aqui

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Robô-balls navegam dentro de reator nuclear

O robô esférico equipado com uma câmera poderá navegar dentro da tubulação de um reator nuclear, usando um sistema de propulsão baseado em uma rede interna de válvulas e bombas.[Imagem: Harry Asada/dArbeloff Laboratory]

Engenheiros do MIT projetaram um robô capaz de navegar pelos "intestinos" de um reator nuclear, monitorando seu funcionamento e detectando qualquer ameaça de vazamento radioativo.
Corrosão em dutos e canos
Um reator nuclear para geração de eletricidade é tipicamente uma máquina a vapor, onde o vapor, produzido pelo calor liberado pela fissão nuclear, é usado para movimentar um gerador elétrico.
Isso significa uma enorme quilometragem de tubos e canos, muitos deles subterrâneos ou embutidos dentro das estruturas de concreto.
E tubos metálicos em contato constante com água, sujeitos a altas pressões, ao calor constante e, eventualmente, a produtos agressivos, representam um prato cheio para a corrosão.
Hoje, os técnicos usam métodos indiretos para monitorar a corrosão: um gradiente de tensão é capaz de determinar qualquer sinal de corrosão ao longo de um tubo. Quando esse sinal é detectado, ondas ultra-sônicas são usadas para medir o tamanho da ameaça.
Robô esférico
Harry Asada e seus colegas acreditam ter uma ideia melhor: usar pequenas esferas robóticas, capazes de navegar e monitorar continuamente os dutos de dentro para fora.
Esses robôs esféricos, pouco maiores do que uma bola de tênis de mesa, serão equipados com câmeras, transmitindo imagens em tempo real, viabilizando um monitoramento visual contínuo.
À primeira vista, o robô esférico se parece mais com uma bola de canhão, sem qualquer mecanismo externo aparente. Segundo Asada, os sistemas de propulsão normalmente usados em veículos autônomos subaquáticos poderiam apenas piorar a situação, criando o risco de que o robô ficasse preso dentro das tubulações.
"Você teria que desligar a usina apenas para retirar o robô", disse ele. "Então nós fizemos nosso projeto absolutamente à prova de falhas."
Propulsão líquida
O objetivo é usar ao máximo o próprio fluxo de água e vapor dentro das tubulações.
Mas o robô não é totalmente passivo: os cientistas criaram uma rede de tubulações dentro do corpo do robô, por onde microbombas podem criar um fluxo de água direcional, que funciona como sistema de propulsão.
Uma válvula especial permite mudar a direção de um fluxo - de água ou de vapor - com uma pequena alteração na pressão. Esse fluxo é redirecionado de forma bastante precisa por uma rede de válvulas em formato de Y, construída dentro do corpo do robô por uma técnica de impressão 3D.
Dependendo da direção que o robô deve nadar, os pesquisadores podem fechar vários canais para disparar a água através de uma válvula específica. Essa água, saindo em alta pressão, movimenta o robô na direção oposta.
O grupo agora está trabalhando no sistema de transmissão sem fios das imagens captadas pela câmera do robô, usando uma óptica a laser, capaz de transmitir dados a uma distância de até 100 metros.
Chupado aqui

sábado, 23 de julho de 2011

Homenagem Insoniaebaum - Dupla brasileira conquista primeiro lugar em campeonato de robótica

Chuuuupa negada! Esse caras fizeram por merecer! Nada que dedicação e esforço não compensem! Ir pra uma competição internacional como o RoboCup (já citado aqui no blog) e ganharem da Alemanha e do Japão, e de deixar qualquer um verde-amarelo-azul orgulhoso. Parabéns ao Renato Ferreira Pinto Júnior e ao Wallace Souza Silva(caras espero que o nome de vcs estejam corretos, pois foi crtl+c ctrl+v do site que achei). Espero poder ver mais aqui esse tipo de resultado. Segue na integra a matéria que achei deles:



Uma dupla de estudantes brasileiros conquistou a premiação máxima na RoboCup, maior olimpíada de robótica do planeta, na modalidade 'resgate', realizada na Turquia entre os dias 4 e 10 de julho. Os competidores do Japão ficaram em segundo lugar e, em terceiro, os da Alemanha.
Renato Ferreira Pinto Júnior, aluno do 2º ano do ensino médio no Colégio Objetivo, e Wallace Souza Silva, que cursa engenharia mecatrônica na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) disputaram o prêmio com cerca de 4 mil participantes de todo o país.
Competindo pela modalidade 'resgate', em três dias de provas, totalizando nove rodadas, a dupla brasileira teve de programar um robô – que leva o nome de Hipérion – para cumprir a tarefa de salvar vítimas. Com a aplicação de diversos conceitos de mecânica, computação e sistemas digitais, o robô foi projetado com uma estrutura mecânica de tal forma eficiente a ponto de, sem nenhuma intervenção humana e com movimentos milimétricos, conseguir subir uma rampa, atingir o andar superior e salvar seu objeto.
O robô Hipérion pesa 2,5 quilos, e possui uma dezena de motores e cerca de 20 sensores. Entre eles, estão os de ultrassom e infravermelho até bússolas digitais e acelerômetros
O resgate, segundo o professor Luís Rogério da Silva que acompanhou os estudantes na competição, foi uma operação de grande complexidade, pois a máquina não recebeu nenhuma orientação prévia sobre a localização da vítima e sobre sua própria posição em relação a ela.

Mesmo assim, antes de esgotar-se o tempo estipulado para a conclusão da prova, que é de oito minutos, encontrou a vítima, encaixou-a em suas garras, ergueu-a e colocou-a sobre o patamar de refúgio, segundo Silva.
De acordo com o professor, para montar um robô desse tipo é necessário que o estudante seja extremamente habilidoso, porque deve construir uma máquina que possa agir de maneira autônoma, recebendo as informações do cenário e adequando as ações para livrar-se dos obstáculos e manter-se norteada a resgatar seu alvo.
"Foi o melhor resultado do Brasil. Tínhamos expectativas positivas, mas dizer que não foi surpreendente receber o prêmio máximo seria uma mentira", afirma Silva.

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Digger D-3 - Criado o primeiro robô de destruição

Digger D-3 – um robô literalmente destruidor 

Postado no henrique.geek por Henrique Cesar Ulbrich 

Robô de alta resistência é capaz de engolir até 8 KG de explosivo para destruir minas terrestres.


Digger D-3 é a mais recente invenção da suiça DTR Digger, organização não governamental especializada em contruções de dispositivos para remoção de minas terrestres.
Ao contrário dos robôs que apenas detectam onde estão a mina, o Digger D-3, não apenas reconhece o território da mina – mas a explode.
A nova invenção, totalmente blindada, é controlada através de um controle e funciona a diesel, capaz de andar sobre vegetação e regiões montanhosas.
Digger d-3
Digger d-3
Sua fronte devastadora é feita de metal e seus martelos são compostos de tungstênio (uma espécie de metal encontrado na forma de óxido), são capazes de destruir tudo a sua frente.
De acordo com os sites IEEE Spectrum e Robots Podcast & Community, o robô, todo revestido de placas de aço, é capaz de ingerir até 8 quilos de explosivo.
O robô em movimento é capaz de “limpar” até cerca de 10 mil metros quadrados por hora e simultaneamente, alinhar a terra e retirar arbustros indesejados.
Segue um video de apresentação que encontrei:


Agora esse e o bixo em ação(paulera!!!)


Mais do mesmo aqui

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Mulheres robô invadem o mercado de trabalho japonês

Insônia: Imagine você chegar todo dia no trabalho, dar bom dia pra recepcionista e depois descobre que nã verdade ela e um autômato? E isso ai veja o que chegou no mercado Japonês, claro com dinheiro sobrando você pode até comprar uma dessas pra colocar em casa como empregada.
Uma dica show: acessei o site do fabricante e eles não resumem a só autômatos humanos não! Tem um tironosauro muito show vale a pena conferir depois de ler essa materia.


Geminoid F é mais compacta e tem maior gama de movimentos que seus antecessores
Por Antonio Blanc
Geminoid (à esquerda) se apresenta ao lado da modelo na qual foi baseada
Geminoid (à esquerda) se apresenta ao lado da modelo na qual foi baseada
Geminoid (à esquerda) se apresenta ao lado da modelo na qual foi baseada
O Professor Hiroshi Ishiguro, roboticista japonês que lidera o Laboratório de Robótica Inteligente da Universidade de Osaka e é mais conhecido por criar uma cópia robótica de si mesmo batizada de Geminoid HI-1, apresentou ao mundo sua mais nova criação: o “Geminoid F”.
Tendo como modelo uma morena de “20 e poucos” anos e cabelos longos, o robô (tecnicamente uma “Ginóide”, termo para um robô modelado no sexo feminino) foi desenvolvido para ser mais compacto e exibir uma gama maior de emoções com mais naturalidade que seu antecessor.
Segundo o site IEEE Spectrum a Geminoid F não é autônoma: é operada remotamente por uma pessoa sentada em frente a um sistema de microfones e câmeras e reproduz os movimentos de sua operadora. Apesar de ter menos atuadores (os motores responsáveis pelos movimentos) que seu antecessor, é capaz de reproduzir emoções e movimentos sutis, como sorrisos, de forma mais natural. Além disso o sistema de mangueiras e válvulas de ar comprimido responsável pelos movimentos, anteriormente externo, foi miniaturizado e integrado ao corpo do robô.
Em parceria com a empresa Kokoro Co., Ishiguro pretende comercializar a Geminoid F para uso em museus e hospitais. O preço sugerido é de US$ 110 mil. A empresa já comercializa outros modelos criados por Ishiguro, como as ginóides da série Actroid DER, desenvolvidas para uso como “relações públicas” em feiras e eventos.
Chupado aqui

terça-feira, 19 de julho de 2011

Baratabô

Insônia: Caras ja que tenho falado tanto de robótica decidi postar essa matéria encontrada no Portal da Robótica em que vamos fazer nosso próprio modelo de vida artificial, bom ele não terá uma I.A mas convenhamos tem seres humanos que só respiram porque é instinto senão já teriam morrido faz tempo. Enfim segue a matéria para deleite, senãomeengano essas peças são fáceis de encontrar, desde desmontar aquele brinquedo que seu irmãozinho já destroçou, ou em lojas de eletrônicas. Vamos-nos:

Se este é o seu primeiro projeto de robótica em que você esta trabalhando não se assuste, é um projeto bem simples. Ele é o que chamamos de um robô analógico, já que ele não usa um microcontrolador ou computador para planejar as ações.
Mas não deixe que isto desmotive você! Apesar de simples, este robô é muito esperto e muito rápido. Ele será capaz de sair de uma quantidade surpreendente de situações e é excelente nas competições labirinto! O projeto é de fácil construção e muito gratificante quando você colocar o seu primeiro robô para funcionar!
ATENÇÃO: Este tutorial assume um conhecimento básico das técnicas de soldagem e colagem, assim como um entendimento rudimentar de componentes básicos.
Primeiro, você precisa coletar todas as peças necessárias para este projeto:
  • 1x porta-pilhas duplo (de preferência de tamanho AA, mas os de pilhas AAA funcionam muito bem também);
  • Insônia (uma dica bizarra: tentem substituir as pilhas por uma plaquinha solar + uma bateria de celular velho, faça vários, faça um viveiro(aquario penseâe em algo manolo) onde bata sol, e veja, baratas eletrônicas eternas!)
  • 2x switches (interruptores de alavanca);
  • 2x 3V motores padrão (retirados de carrinhos de autorama, brinquedos, etc);
  • 1x Interruptor (cheve liga e desliga de brinquedos);
  • Fios para conexão;
  • Alguns clipes para papel;
  • (Opcional) pequenas engrenagens para os motores.

Primeiro prepare o suporte de pilhas conforme mostra a figura abaixo. Atenção para o fio soldado no lado oposto dos terminais positivo e negativo do suporte.

Este fio precisa ser soldado conforme mostra a figura abaixo. Atenção para não isolar o “contato” com a pilha conforme mostra a figura abaixo, a pilha tem que fazer “contato” com o terminal para o robô funcionar.












Agora com os fios no lugar, você pode começar a trabalhar na estrutura do robô. Dobre dois dos clipes em ângulos de 45 graus, e com cola quente, cole na parte de trás suporte de pilhas, tal como indicado:

 
Agora com os clipes no lugar, cole os motores nos clipes conforme mostra a figura.
 E então, hora de instalar os sensores de toque na parte frontal do seu robô. Utilize cola quente para fixa-los também. Seja cuidadoso ao escolher o ângulo destes sensores. Um ângulo muito raso pode fazer sensores do robô ser muito sensível, onde também uma grande angular pode fazer o robô não conseguir detectar objetos com bastante facilidade.

 Para funcionar, este robô terá que ter antenas para aumentar o seu “poder” de sentir o ambiente. Para isso desdobramos um par de clipes e conseguimos "antenas" com a seguinte forma:



 Uma vez dobradas em forma de antena, estas podem ser coladas no sensores de toque (experimente com cola quente, ou em alguns casos, utilizando estanho e o ferro de solda).


Agora fixe o interruptor no topo dos sensores de toque, este virado para a frente conforme a figura:


Para de reduzir o arrasto com a superfície que nosso robô vai percorrer, é preciso instalar um "pé" na parte traseira. Isto é feito da mesma forma em que você montou o motor nos passos anteriores, só que este é colocado na parte de trás do robô:
Agora vem a parte um pouquinho mais complicada. As ligações dos fios! Seu primeiro passo é distribuir a energia principal para o robô. Solde um pedaço do fio ao principal terminal positivo do suporte de pilhas (NÃO é o terminal que soldamos o fio nos passos anteriores)
A outra extremidade do fio precisa ser conectado ao terminal central do interruptor geral. Você vai notar que um monte de chaves de liga e desliga possuem três pares de terminais em pares ao longo da base da chave. Se você decidir usar o terminal superior no par central, certifique-se de utilizar os terminais superiores em todos os passos do projeto. Nem todas as chaves têm seus terminais em pares, mas é algo que você precisa estar ciente.
Então, o próximo passo das ligações é conectar o terminal à direita da chave liga e desliga ao terminal do lado direito no sensor de toque da direita:





Agora você deve interligar o terminar que criamos no suporte de pilhas no motor como mostra a figura:
Após interligue os dois motores conforme mostra a figura (fio amarelo):
Muito cuidado agora nas ligações, o fio rosa que sai do sensor do lado direito deve chegar no motor do lado esquerdo. O fio verde que sai do sensor do lado esquerdo tem que ligar o motor do lado direito.

Agora temos que ligar o fio que sai do negativo do suporte de baterias, para o terminal do centro de um dos sensores de toque (independentemente qual, ambos já estão ligados). Na figura, o fio que sai do negativo é o azul claro.

Não que seja extremamente necessário, mas você pode melhorar o deslocamento do seu robô colocando (ou deixando) as engrenagens no eixo do motor.
Pronto, seu robô está construído. Se você ligou tudo certinho é só colocar pilhas e aproveitar o “brinquedo”.

Aqui está a montagem de Josh Wherrett:
Se não funcionou, verifique as ligações, possíveis soldas com mau contato e principalmente se as pilhas estão com carga.
Boa sorte!


Guardium – Robô de fronteira

Chuuuuuuupa essa uva Homem de ferro!
O robô Guardium foi confeccionado para patrulhar as fronteiras de Israel.
Esta máquina está em operação desde outubro de 2010 e vem sendo construída e melhorada por uma empresa chamada G-Nius, dotada de inteligencia artificial o equipamento é capaz de detectar pessoas e avisar o posto policial sobre os intrusos. Também permite a possibilidade de uma metralhadora que pode ser programada para responder em caso de alguma ameaça armada ser detectada.
Os robôs soldados já são uma realidade e os trabalhos consistem no aperfeiçoamento destes equipamentos.

Segue um video que achei no youtube:



Otro


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Japão usa robôs para consolar vítimas de tsunami

Focas robôs foram disponibilizadas em abrigos de japoneses que ainda não voltaram para casa depois de terremoto.

Robôs têm sensores e um sistema de inteligência artificial que faz com que eles reajam ao toque e aos sons       

 Focas robôs estão sendo usadas para consolar as vítimas do terremoto e tsunami no Japão que ainda estão vivendo em abrigos.

Os robôs têm sensores e um sistema de inteligência artificial que faz com que eles reajam ao toque e aos sons. Um deles se chama Paro (veja reportagem em video)

Uma idosa, vítima do tsunami e que ainda está morando em um abrigo, conta que tudo o que pode fazer é aguentar e que Paro faz com que ela continue sendo forte até que sua família possa viver junto de novo.
A máquina chegou ao mercado japonês há sete anos, graças a um instituto de pesquisa do governo, e atendia idosos que moravam em casas de repouso onde animais de estimação não eram permitidos.
Os pesquisadores dizem que as experiências com as focas robôs de pelúcia nos abrigos para vítimas do tsunami mostram que Paro realmente consegue consolar as pessoas que foram separadas de amigos e família, que se sentem isoladas.
Segundo os especialistas, os "robôs" podem ser até mais "eficientes" do que outras pessoas.
 Insônia: Grifei as palavras acima, já para demostrar o quanto o homem está modificando seu ambiente e se foreveraloneando, animais, esposas, maridos, eletrônicos, estaremos assim caminhando passo-a-passo para a extinção e dando oportunidade a uma nova raça: Homosapiens-droid(Viiiiiiagem). Bom não chega a tanto, mas com o comportamento humano chegando a estremos de solidão, mesmo vivendo em metrópoles algo do tipo citado ainda será viável.
Pra mim nada supera um bom Fila brasileiro!

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Geek faz banda de robô tocar cover de Marilyn Manson

A banda possui bateria, guitarra, violoncelo e impressora!

Um geek utilizou partes velhas de computadores para criar uma banda de robôs. Com solenóides, cabos, LEDs e outras partes obsoletas, ele criou formas de tocar guitarra, violoncelo e bateria, para fazer uma versão muito boa de uma música do Marilyn Manson.
Além dos intrumentos mais “tradicionais” – guitarra, violoncelo e bateria, James utilizou até mesmo uma velha impressora HP para criar efeitos especiais na música. A música escolhida por ele, havia sido outra, mas como ele não conseguiu fazer os arranjos com o violoncelo, ele acabou achando em Beautiful People, do Marilyn Manson, a música ideal.

A versão robótica da música está disponível no YouTube (youtu.be/9QMtDyvAzVw) e, para quem quiser comparar, o clipe oficial da música está disponível no link youtu.be/Ypkv0HeUvTc.
Esta não é a primeira música de James, assim como lembra o site Hack A Day, que já havia feito uma versão de Rock Lobster, do B-52’s. Não se pode negar que, para uma banda formada por robôs, é um ótimo serviço.
Um outro exemplo bastante interessante de uma banda robótica é a criação de três israelenses, que criaram uma banda de bateristas, com 18 robôs tocando baterias Darbukas (goo.gl/hyYzJ).
Chupado aqui
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sábado, 16 de julho de 2011

Robôs campeões dão espetáculo em exposição no Rio de Janeiro

Equipamentos que operam em diferentes diâmetros internos e realizam inspeção visual do interior de dutos



Em meio às discussões sobre robótica no Brasil promovida pelo Clube de Engenharia na tarde quinta-feira, a exposição Robótica no Brasil chamou a atenção. Entre os estande mais visitados estavam o dos robôs lutadores e os de inspeção de dutos de petróleo. Os robôs lutadores são resultados de Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Liderados pelo professor de Engenharia Mecânica, Marco Antônio Meggiolaro, 38 , a equipe "Riobots", formada por alunos, compete em lutas desde 2003, e no currículo possuem medalhas nacionais e internacionais graças à família que criaram e que deram o nome de "Touro". Com Touro, a equipe conquistou a atual medalha de ouro da "Robo Game 2011", competição realizada na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos.
O Robô campeão parece um touro de verdade, pesa 54,4kg, e sua estrutura com 20mm de alumínio aeronáutico 7050 e armadura de titânio faz dele o competidor mais robusto da atualidade. Segundo seus criadores, foi dado depois do que ele fez ao seu oponente em uma luta, semelhante a uma tourada, o robô arremessa seu adversário para cima, desestabilizando o oponente com a queda, podendo arremessar um outro robô até três vezes a sua capacidade.
"O Touro é o principal robô de Combate Middleweight da nossa equipe, às vezes quando ele está na arena, parece que sofremos juntos quando leva um golpe, mas quando vem a vitória, vamos ao delírio. São três minutos que decidem o trabalho de pesquisa de um ano", conta Rodrigo Nogueira, 21, aluno do 7º período de Engenharia de Controle e Automação da PUC-RJ.
Para quem pensa que robótica não é uma área para mulheres atuarem, a estudante de Engenharia Mecânica da PUCRJ Aline Wilm, de 17, da equipe RioBotz, desmistifica o assunto: "somos minoria nessa área, mas o que vale é o nosso esforço, quando eu entrei no laboratório adorei tudo, fiquei apaixonada. Adoro a dinâmica de uma luta, a construção do Robô, a sua manutenção, nisso tudo coloco em pratica o que aprendo em sala de aula. O que vale em qualquer área é dedicação, o interesse que se coloca no projeto", afirma ao Terra.
Outros robôs que também chamam a atenção são o da Série PIPE, produzida pela empresa de Engenharia Subsin, equipamentos que operam em diferentes diâmetros internos e realizam inspeção visual do interior de dutos, principalmente na área de petróleo e gás. A inspeção realizada através de robôs móveis tem por objetivo aumentar a qualidade e confiabilidade da inspeção. A partir de uma informação mais precisa dos defeitos existentes na estrutura, a empresa realiza análises.
"Nossos robôs são para qualquer tipo de inspeção, em dutos, poços de petróleo, nosso foco é óleo e gás. Hoje as empresas querem garantir a integridade dos seus equipamentos e também do seu pessoal, em muitas situações é inviável se mandar um humano realizar tal processo, algo que é resolvido ao se utilizar uma de nossas máquinas, elas fazem todo monitoramento desejado", conta o engenheiro Eduardo Ristow, 31.
A exposição da Divisão Técnica de Ciência e Tecnologia do Clube de Engenharia sobre Robótica no Brasil vai até as 19h desta sexta-feira no Clube de Engenharia, localizado na Av. Rio Branco, 124, 22º andar, no Centro do Rio de Janeiro.
Insônia:  Ducaramba essa exposição. Os brasucas mostrando iniciativa, inteligência e disposição em desenvolver cada vez mais tecnologia. Clap Clap Clap, E ainda tem ministro dizendo que o Brasil deve 'importar cerebros' !!!! Chuuuupa essa Pulitico!!!

Segue mais fotos dos nossos Drones:
Robô Ambiental Híbrido Chico Mendes, criado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), em 2005, já é considerado uma das melhores criações do laboratório de robótica do centro
Robôs da Série PIPE são produzidos pela empresa de Engenharia Subsin, são usados principalmente na área de petróleo e gás   

A inspeção realizada através de robôs móveis tem por objetivo aumentar a qualidade e confiabilidade da inspeção. lol


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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Robô japonês roda Android e ajuda nas tarefas domésticas

Insônia:  Depois de ver Ultron, Brainiace o Exterminador do Futuro, uma ova que eu boto isso na minha casa!!! Mas que isso e legal é, imagine sua casa pegando um virús e você tendo que formatá-la! Sua privada para de funcionar e você que se....
A Sanyo, criadora do robô, afirma que ele é destinado para as “famílias do futuro”.
Por Daniel Pavani
A empresa japonesa Sanyo Homes criou um novo tipo de robô para ajudar nas tarefas dos lares japoneses. O Mirai Sanzo pode realizar diversas tarefas domésticas, como acender e apagar as luzes, ligar o regador do jardim, ligar e desligar o aquecimento, entre outras, e tudo isso movido por um sistema operacional Android.
O site Übergizmo explica que o robô funciona basicamente como um controle remoto para as diversas funções dentro de casa. Ar condicionado, aquecimento, computadores, telefones, alarmes; tudo poderá ser controlado pelo Mirai Sanzo.
Como a base do sistema operacional da Google é o toque, é claro que o roo tem uma tela sensível ao toque, mas também tem suporte a comandos por voz e handsfree. Infelizmente, conta o site Tech Crunch, a Sanyo não revelou qual a versão do Android por trás do robozinho de cerca de 22 cm de diâmetro e acesso Wi-Fi à internet.
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A Sanyo começará a vender os robõs a partir de amanhã, no Japão.
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Aerogel: material leve como o ar e forte como o aço

Insônia: Eu vi isso em Space Ghost!!!
Composto basicamente por espaços vazios, o aerogel é o melhor isolante térmico do mundo. Além disso, o material pode ser usado tanto por jogadores de tênis quanto por astronautas.
A descoberta do aerogel começou com uma pequena brincadeira entre dois cientistas. Desafiado pelo colega Charles Learned, o engenheiro químico Steven Kistler apostou que conseguiria substituir a água existente em uma gelatina por algum gás, sem fazer com que o volume dela diminuísse.
O primeiro artigo de Kistler sobre o assunto foi publicado na revista Nature em 1931. Mas, infelizmente, o autor morreu pouco tempo antes de o mundo começar a se interessar pelo seu invento. Faz pelo menos 20 anos que o mundo começou a dar a devida atenção ao aerogel, que já foi utilizado até mesmo em missões espaciais.
Mas afinal, o que o aerogel tem de tão especial?

Características do aerogel

Quando olhamos para fotos e vídeos do aerogel, fica difícil não imaginar que aquele material tenha saído de um filme de ficção científica. Para começar, ele tem uma aparência translúcida, de cor um pouco azulada. Porém, se posicionado contra a luz, ele fica alaranjado. Além disso, o material pode ser manipulado para que se torne totalmente transparente.
Apesar do nome, o aerogel é bastante rígido. O material leva esse nome porque é feito a partir de géis, normalmente de sílica. Em um processo conhecido como secagem supercrítica, os cientistas conseguem extrair a porção líquida do gel, substituindo-a por gases.
Graças a esse processo, o aerogel ficou conhecido como um dos materiais menos densos e mais leves do mundo todo: 99,8% dele é composto de espaços que aparentam estar vazios, mas que estão repletos de ar.

Alta resistência

2 gramas de aerogel são capazes de aguentar um tijolo de 2,5 kg (Fonte da imagem: NASA - JPL)


O aerogel possui uma estrutura muito forte, podendo aguentar até 4 mil vezes o seu próprio peso. Curiosamente, ao mesmo tempo o material pode ser facilmente quebrado. Ao pressionar um pedaço de aerogel com um pouco de firmeza, uma depressão será causada permanentemente na peça. Se for empregado um pouco mais de força, o aerogel pode se estilhaçar, como o vidro de um carro.

Absorção de líquidos

O aerogel é um dessecante muito forte, isto é, ele pode absorver água e outros líquidos em velocidade e quantidade espantosas. Quem trabalha com a manipulação desse material por períodos prolongados de tempo deve, inclusive, usar luvas, caso contrário, alguns pontos da pele acabam secos e quebradiços.
Depois de absorver água, a estrutura do aerogel sofre modificações e o material acaba se deteriorando. Porém, com o devido tratamento químico, o aerogel pode ser transformado em um material hidrofóbico, ou seja, que repele a água. Dessa forma, por mais que ele sofra algum tipo de rachadura, ele não será tão suscetível à absorção de líquidos.

Isolamento térmico

O aerogel impede que a flor seja queimada pela chama (Fonte da imagem: NASA - JPL)
Graças à sua composição, o aerogel praticamente anula os três métodos de condução de calor: condução (via sólidos), convecção (via fluídos) e radiação (por luz, por exemplo). Essa é uma das características mais importantes do material, que chega a ser 39 vezes mais isolante do que a melhor fibra de vidro térmica que existe atualmente.
A razão por trás dessa propriedade vem do fato de que o aerogel é composto, basicamente, por gases, e estes são conhecidos por possuírem baixa condutividade de calor. Na imagem acima, é possível ver como a chama do maçarico não chega a danificar a flor posicionada acima do aerogel.

Diferentes “sabores”



É importante notar que, apesar de o aerogel ser normalmente feito com sílica gel, ele também pode ser produzido a partir de outras substâncias, como carbono e óxido de alumínio. A condutividade térmica, assim como as outras propriedades, varia de acordo com o material usado na fabricação do aerogel.

Usos práticos do aerogel

Comercialmente, o aerogel já foi utilizado como isolante térmico em claraboias e sacos de dormir usados por exércitos militares. Além disso, também serve como revestimento interno no solado de calçados usados para caminhar sobre a neve.
Pesquisas também indicam que, de acordo com o tratamento dispensado durante a produção do aerogel, ele pode ser utilizado para a limpeza de manchas de óleos em oceanos e outras águas. No vídeo acima, por exemplo, é possível ver esse tipo de tarefa sendo desempenhada por um pedaço de aerogel hidrofóbico.

Partícula espacial capturada pelo aerogel (Fonte da imagem: NASA - JPL)


A NASA chegou a usar o material para coletar poeira espacial com a sonda Stardust. Essas partículas evaporam quando se chocam contra sólidos e atravessam livremente nuvens de gases, mas puderam ser capturadas com o aerogel. Além disso, a agência norte-americana também usou o invento como isolante térmico no veículo Mars Rover e em trajes espaciais usados pelos astronautas.
Até mesmo a fabricante de raquetes Dunlop já usou o aerogel em alguns modelos desenvolvidos para tênis e squash. As possibilidades de uso continuam a ser promissoras e, no futuro, esse tipo de material poderá ser usado também para armazenar hidrogênio em veículos que usem esse tipo de gás para se locomover.
Outra aplicação do material diz respeito aos computadores. Com a diminuição do tamanho físico dos chips, os sinais que trafegam dentro deles podem acabar interferindo uns com os outros. Porém, o aerogel poderia ser usado como isolante entre esses diversos sinais. Dessa forma, os chips poderiam se tornar menores e ganhar mais desempenho.

SeaGel, um novo recordista!

Durante muito tempo, o aerogel foi considerado o sólido menos denso do mundo. Mas, recentemente, um novo recorde foi batido com um concorrente de pouco peso: o SeaGel, uma espécie de aerogel produzido a partir de ágar-ágar, substância gelatinosa extraída de algumas espécies de algas.
De acordo com vídeo acima, além de também funcionar como um isolante térmico e de ser ainda mais leve e menos denso do que o aerogel de sílica, o SeaGel guarda uma outra vantagem na manga: é comestível!
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